Associação Gnóstica de Brasília

Magia Branca Asteca na Prática: da Atlântida aos Nossos Dias.

MAGIA BRANCA ASTECA NA PRÁTICA: DA ATLÂNTIDA AOS NOSSOS DIAS Se você sente que chegou a hora refletir sobre si mesmo e sobre o universo… se você se pergunta sobre a origem do ser humano, quando e como ela começou? E mais: quais as verdadeiras causas cósmicas que governaram esses processos? Se todos esses enigmas te atraem, saiba que esse é o ponto central dos estudos antropológicos e cosmológicos gnósticos. Por outro lado, se, além de buscar a origem do universo e do ser humano, você também se interessa pela natureza e toda a sua maravilhosa manifestação como representação do divino, saiba que a arte régia da natureza é a Magia Branca. A grande arte dos magos brancos é o Sanctum Regnum, o Santo Reino. A Magia dá-se por meio de uma força natural universal, onipresente, que conecta todos os seres instantaneamente. Hoje a mecânica quântica assevera a mesma coisa, ensinando que tudo o que ocorre numa partícula redunda imediatamente na sua complementar, esteja ela a qualquer distância da primeira – este é o princípio de funcionamento dos computadores quânticos. A magia não pertence a ninguém, ela é realizada pelo Ser e por isso também é o que é. A magia é tão exata quanto a matemática pois é a ciência precisa da natureza. Ao mesmo tempo, a Magia também é a ciência elevada de Deus. Assim ela preenche o ser humano com a exatidão filosófica e religiosa que carecem aqueles que se elevam. Há uma conexão em tudo o que existe, o universo, a natureza, o homem, os elementais, a história do planeta. Isso se faz compreender bem através do despertar da Consciência que faz o homem voltar a se sentir uno com Deus ao encontrar sua Gnose, o autoconhecimento de sua própria natureza divina. Através das técnicas da meditação gnóstica, que são muito profundas, podemos desenvolver certas faculdades atrofiadas, como por exemplo a intuição e a projeção astral, as quais nos permitem estudar os registros akashicos (energéticos) da natureza. Nesses registros está toda a história da Terra e de suas raças e antigas civilizações. O homem existe sobre a Terra muito antes da era primária, muito antes da era paleolítica (2,5 milhões de anos atrás), como prega a ciência oficial. Antigas raças e suas civilizações nos deixaram de herança um conhecimento superior, divino. Todas tiveram seu tempo áureo, seu apogeu, sua sabedoria. Em todos os cantos do mundo, a humanidade se esforçou para dar representações tangíveis para personificar as grandes realidades do espírito. Não deveria nos surpreender que incas, maias, astecas, egípcios etc., por exemplo, relacionaram o Sol com o espírito universal da vida, na tentativa de relacionar suas características físicas e espirituais. Dessa maneira, eles ensinaram aos outros a grandeza daquilo que é intangível. Sem dúvida, o Sol tem sido, é e será o meio de permitir que o mundo entenda o que realmente é o Espírito do Ser dentro de cada um de nós. Assim como o Sol físico transmite vida, luz e calor, nosso Ser nos dá vida espiritual, sabedoria. Entre esses povos antigos, os Náuatles, povo indígena que habita a alta planície mexicana e algumas regiões da América Central, segundo a sabedoria gnóstica, foram um dos povos que surgiram dos sobreviventes do Dilúvio Universal que afundou a Atlântida. A palavra Aztlan, que originou o nome Asteca, é a lendária terra ancestral dos povos Nahuas e representa a Terra Solar onde habitam os Mexi-Tin ou Medjins, Djins, Jinas ou extraordinários gênios dos povos árabes, astecas e mexicanos. Em verdade, A Ilha de Cristal, o AZTLAN asteca, é o Paraíso Terrestre, a Terra de nossos Anciãos, onde habitam os ancestrais de todas as raças humanas. Em contrapartida, aqueles que não foram escolhidos pelo Sol, ou por Tláloc, vão fatalmente para o Mictlan, que fica ao norte, uma região onde as almas, passando por suas nove estâncias, sofrem uma série provas enquanto passam pelos mundos infernais para sua purificação. Os Astecas conheceram profundamente os mistérios da vida e da morte. Porém, semelhante aos nossos tempos atuais, “desobedeceram aos Deuses Santos” e caíram. Seus templos foram prostituídos e perderam com isso os poderes Divinos. As pesquisas antropológicas da atual humanidade restringem-se no materialismo concreto dos achados. Por isso, pouco se sabe sobre esse povo. Contudo, dentro do conhecimento Gnóstico é possível de se pesquisar de forma muito mais aprofundada. Grandes mestres, como o Antropólogo Gnóstico Samael Aun Weor, pesquisaram de forma direta os grandes mistérios antigos, deixando para o bom usufruto da humanidade, muitos dos seus segredos. Os astecas em seu auge criaram suas antigas escolas de mistérios e trabalharam com Alta Magia. Existem ritos maravilhosos por meio dos quais se combinam os movimentos, meditação e oração, que fazem despertar maravilhosamente nossos chacras. Esses sábios do México antigo, guardiões da sabedoria transcendental atlante, deixaram-nos o caminho da autorrealização espiritual esculpido em símbolos, para nos levar por um caminho de transformação radical, de modo que todo verdadeiro seguidor da sabedoria pudesse encontrá-lo. Em seu livro A Doutrina Secreta de Anahuac, Samael Aun Weor refere-se à Pedra do Sol, o famoso calendário asteca, como uma síntese perfeita de ciência, filosofia, arte e religião. A Pedra do Sol em verdade é um tratado abrangente da sabedoria gnóstica que engloba grandes conhecimentos místicos, esotéricos, religiosos, antropológicos e históricos. É incrível ver como a Pedra do Sol carrega a história da humanidade. Segundo as tradições antigas, nosso sol atual foi precedido por quatro sóis ou épocas cosmogônicas, denominadas “raças” pelo gnosticismo universal. Existiram 5 raças no mundo que correspondem a 5 épocas diferentes. Em Primeiro lugar vem a raça protoplasmática, depois os hiperbóreos, segue-se os lemurianos, os atlantes e por fim vem a nossa raça ariana. É riquíssimo o panteão asteca, com suas representações divinas, iniciáticas, transformadoras, revolucionárias e reveladoras. O Deus do Sol era chamado Tonatiuh (Tona = o criador do Sol e do calor, tiuth = partir, doar). No Gnosticismo universal, é o Ser ou o Espírito que dá vida e, ao mesmo tempo, o Sol é o símbolo que …

ASTROLOGIA HERMÉTICA GNÓSTICA

ASTROLOGIA HERMÉTICA GNÓSTICA Sem dúvida a astrologia é uma das mais antigas práticas humanas na busca de explicações para as influências invisíveis nos fatos do dia-a-dia. Estudada há milênios em todas as civilizações, a interação dos corpos celestes com os ciclos de animais, plantas e seres humanos foi a base de muitas culturas, numa época em que ciência e espiritualidade caminhavam juntas nas mãos de governantes e sacerdotes. Tivemos então a astrologia chinesa, mesopotâmica, caldaica, hindu, egípcia, maia, asteca e,mais recentemente, a astrologia psicológica com base no trabalho de Jung. No mundo ocidental, até o século XVII a astrologia e a astronomia eram a mesma coisa, quando ocorreram dois fenômenos: o primeiro deles foi a preponderância do racionalismo sobre a intuição e as artes tradicionais, com a evolução da astronomia de observação e os rudimentos do chamado método científico; o segundo fenômeno foi a proliferação de formas astrológicas fanáticas e fantasiosas, que muitas vezes foram perseguidas pela igreja, gerando inúmeros casos de charlatães, aproveitadores e exploradores. Por isso mesmo que até hoje, em alguns meios religiosos, a astrologia é considerada “coisa do diabo”, “bruxaria”, “bobagem” e até uma “pseudo-ciência”. E esta deturpação da magna influência dos astros continua até hoje, com algumas formas de horóscopo que mais parecem estatística de traços psicológicos, normalmente elaboradas por pseudo-astrólogos que enriquecem às custas da boa-fé das pessoas. Mas aqui não nos deteremos na discussão se a astrologia, com seus signos, constelações, cálculos e mapas, é uma ciência ou não, ou ainda se ela se afastou da moderna astronomia. Abordaremos o estudo da influência dos astros numa oitava superior, a chamada Astrologia Hermética Gnóstica, ensinada por Samael Aun Weor. Expliquemos: “Astrologia” porque estuda os corpos celestes que nos banham com sua energia, visível ou invisivelmente; “Hermética” porque provém da sabedoria de Hermes Trismegisto, o grande Deus Egípcio Íbis de Toth, cujo princípio máximo ensina que “há correspondência exata entre as estruturas e ações do macrocosmos (os astros) e o microcosmos (o ser humano)”; e “Gnóstica” porque contém sabedoria que vai além do mero intelectualismo, estando fortemente calcada na ciência pura, na filosofia superior, na arte objetiva e na espiritualidade positiva. A Gnose nos demonstra que devemos ter profundo respeito, e até veneração, por todas as formas de vida, pois cada ser vivo traz vibrando em si uma chispa divina, uma semente do Logos Solar, essa Grande Chama Criadora e Provedora representada no corpo físico da estrela que nos ilumina, aquece e vivifica. Esta semente do Sol, logo depois de emanada, evolui desde os reinos elementais da natureza (mineral, vegetal e animal) até chegar ao estágio humano, quando recebe o nome de Alma, adquirindo também o livre arbítrio e com ele a possibilidade de trabalhar sobre si ou de seguir a mecânica da natureza. As chispas que sobre si trabalham atingem a Autorrealização, ou “vingam” numa linguagem mais simples, podendo se tornarem, mediante vários e distintos trabalhos e graus evolutivos, Inteligências Planetárias que animam um Planeta (como o Senhor Melkisedek – Regente do Planeta Terra) ou uma Estrela (como o Logos Mickael – regente do Sol). É por isso que nos sagrados templos egípcios e caldeus, quando se perguntava pelos deuses e pelos mestres, os sacerdotes, em silêncio, simplesmente mostravam as estrelas. Naqueles tempos todos sabiam (e alguns clarividentes até viam) que “cada astro do céu é o corpo físico de um deus” trabalhando e evoluindo. Os regentes espirituais de nosso sistema solar são conhecidos nas tradições herméticas como os Sete Logos Planetários, onde chamamos de planetas a Lua e Sol apenas por respeito à tradição: o Sol tem seu deus chamado Mickael, o senhor da Lua é Gabriel, o logos de Mercúrio é Rafael, a divindade de Vênus é Anael, o regente de Marte se chama Samael, o rei de Júpiter Zacariel e o arcanjo de Saturno é o Senhor Orifiel.  Cada um desses 7 deuses planetários mora num templo coração, localizado no interior mais profundo de cada planeta e estrela. E a antiga sabedoria sideral-gnóstica, em obediência ao princípio hermético do “como é em cima, é embaixo”, ensina que dentro de nós, de nosso cosmo espiritual individual, existem também essas mesmas inteligências zodiacais. Ou seja, somos mini-antenas humanas que captam, transformam e utilizam, positiva ou negativamente, as vibrações desses grandes emanadores cósmicos e divinos que chamamos de astros. O Microzodíaco humano se conecta com o Macrozodíaco do cosmos. E ensina também a astrologia gnóstica que é possível trabalhar inteligentemente com essas energias superiores, através de uma sintonização perfeita entre as vibrações zodiacais pessoais com as emanações dessas divindades cósmicas. Esta sagrada ciência, denominada de Astroteurgia (literalmente “trabalho com as divindades dos astros”), era transmitida de lábios a ouvidos pelos sábios da antiguidade. Este trabalho consiste numa série de práticas místicas que envolvem posturas, sons sagrados e orientação de nossas potencialidades internas para a conexão inteligente e eficiente com as positivas vibrações dos Logos Planetários. Deles, por ressonância perfeita, podemos receber energia, sabedoria, inspiração, saúde. Sérgio Linke é engenheiro e instrutor da Associação Gnóstica de Fortaleza

TECNOLOGIA DIVINA DE MÃE: MEDITE E SE TRANSFORME

TECNOLOGIA DIVINA DE MÃE: MEDITE E SE TRANSFORME É imenso o avanço tecnológico que a humanidade atingiu nas últimas décadas. Não se pode negar: comunicação em tempo real, transporte ultra veloz, a era digital realizando o sonho de consumo onde tudo possa ser operado por máquinas…. Atingimos a marca da revolução industrial 4.0, da internet das coisas, do Big Data… e vivemos agora em um ecossistema cibernético, onde o ser humano busca ser um criador e infundir “vida” naquilo que não tem vida ou arbítrio! Tudo parece ótimo, ágil e eficiente. Mas e nossas condições psicológica e espiritual, como estão? Cada vez mais vemos um mundo sofrido psicologicamente: depressão, fome, angústia, guerras de ideias e ideais, exageros nas redes sociais para mostrar aquilo que não somos, famílias destroçadas pelo divórcio e solidão, bullying, competições de todas as formas…e para quê? Será que sobra tempo para nos perguntarmos isso? Buscamos mostrar aquilo que não somos e nos auto enganamos que somos felizes. Temos o direito de ter tudo, mas também temos a responsabilidade sobre o que fazemos com esse TUDO. Então, como lidar internamente com essa avalanche de coisas, boas e/ou más? Sabedoria é a palavra-chave. Buscar a Sabedoria das eras, de nosso passado, de nosso atavismo, de nossas experiências, ela  que está profundamente escondida nos entulhos de nossas ações cotidianas e repetitivas de vidas e vidas. Acessar esse canal de comunicação interna no ecossistema “infinito.0”, nosso próprio cosmo interior, sem fim e belíssimo. Nos reconhecer novamente como crianças e redescobrir a energia de nossa família sagrada, voltando a crescer, se alimentar, estudar e trabalhar com e para o mundo num nível de consciência melhor. Muitas vezes buscamos uma felicidade muito além das nossas capacidades. Somos prepotentes e queremos ter muito mais do que na realidade merecemos e podemos. Temos que nos conscientizar de que tudo começa com o primeiro passo, uma primeira ação e esse primeiro passo ou ação muitas vezes é tão somente olhar o mundo com os olhos da verdade, e não com os olhos da ilusão. Olhar para nós mesmos e buscar nossa própria realidade, sem mentiras e sem subterfúgios. Mas para isso temos que retornar ao nosso estado de pureza infantil e nos permitir acessar a maior expressão do Amor que possuímos dentro de nós: nossa Mãe Interna! E isso somente pode ser feito com uma tecnologia poderosa, antiga e ao mesmo tempo avançadíssima, aliás, cada vez mais rara e, incrível, gratuita: a Meditação. Sim, esta técnica de contato interior, de aquietar o turbilhão de sensações exteriores e o fluxo caótico de pensamentos para que, com mente serena e coração tranquilo, possamos ouvir aquilo que o mestre da gnose contemporânea Samael chama de “instrução do Íntimo, do Real Ser”. Para acessarmos em meditação a este aspecto feminino de nossa Divindade Interior, podemos começar lembrando das inúmeras vezes em que, como crianças, a presença de nossas mães físicas era para nós o maior presente de segurança, carinho, tranquilidade, felicidade; e que todo o mundo poderia vir contra nós, pois com certeza estaríamos seguros. Nossa mãe física é a representação nesse mundo de 3 dimensões daquilo que em nosso Universo interno e no Universo da Criação se manifesta como a Grande Mãe, a Mãe Natureza, a Mãe Divina de cada um de nós. Aquela que nos acompanha desde sempre no trilhar de nossas existências.  É uma parte de nossa Alma, de nossa Realidade Divina Interior, aquela responsável pelo amor, pela sabedoria, pela fortaleza, pela educação da consciência, pela nossa nutrição vital. Todas as grandes religiões, em todos os tempos, sempre cultuaram esse amor como Divino e o expressaram através de suas Grandes Deusas como Kwan Shi Yin, Isis, Tara, Sophia e tantas outras, para nos propiciar senti-La mais perto de nós. Se estudarmos os mitos que cercam cada uma dessas Deusas, que nada mais são do que suas vidas potencializadas por um “Drama” Divino, seremos capazes de, através desses arquétipos, acessar essa mesma expressão, só que dentro de nós mesmos, e assim compreendê-las, vivê-las, senti-las….. Vejamos algumas dessas manifestações do Eterno Feminino de Deus. KWAN SHI YIN – Deusa budista da Compaixão e da Misericórdia. Quando estava às portas de entrar nos mundos Divinos, ouviu o choro do sofrimento dos seres humanos, então parou e decidiu permanecer nos reinos terrestres ajudando as almas a se libertarem. Jurou não entrar nos céus – que já tinha conquistado – enquanto houvesse um de seus filhos sofrendo… Assim é nossa Mãe Divina! Ela estende seu Manto Sagrado sobre nós para secar nossas lágrimas e suavizar nossas dores, para assim podermos ver nossos erros e eliminá-los. ÍSIS – Deusa Egípcia. Representação maior da essência materna e da esposa perfeita. Símbolo de singeleza e de sacrifício pelo Ser amado. Fruto do amor entre GEB e NUT, o Céu e a Terra. Força Naturalizante, Rainha do Espaço e da noite, Alma Primordial! Senhora dos Grandes Mistérios Femininos. Assim é nossa Mãe Divina! Profetisa do Amor Sagrado! Protetora de nossas potências virginais. Exemplo de Mulher em todas as suas expressões. TARA – Das lágrimas de compaixão do grande Avalokiteshvara tibetano surge TARA, contraparte feminina desse Grande Deus que vive para levar consolo a todos que sofrem. Manifestação da energia feminina de Deus, da mente iluminada. Libertadora de todo o medo. Potência que nos salva das calamidades humanas, das correntes que nos prendem às ilusões como o orgulho, o medo, a ira, a ignorância, o ciúme, a avareza, a dúvida etc. Assim é nossa Mãe Divina! Libertadora! Senhora de nossa Casa Interna! Fortaleza velada que mora em toda a Criação. Confidente amorosa que nos permite reconhecer como somos e que, apesar de nossas mazelas, nos ama, nos orienta, nos perdoa e nos “lava”! SOPHIA – expressão da divindade que veio dos céus à materialidade, para que os seres humanos tivessem consciência de si mesmos, como crianças do espírito que precisam amadurecer, ensinando-os o que é a queda (inconsciência), o arrependimento e a redenção da alma. Sophia é a Mãe de Sabedoria, aquela que nos orienta …

CROMOTERAPIA: COR E LUZ PARA SUA SAÚDE

CROMOTERAPIA: COR E LUZ PARA SUA SAÚDE O grande médico alquimista Paracelso (1493-1541) ensina que o Templo da Medicina possui dois ambientes: o vestíbulo da Ciência Médica, franqueado a todas as pessoas no plano físico; o segundo, o santuário da Sabedoria Médica, é aberto somente para os auto-eleitos, aqueles que conquistaram a Gnosis (sabedoria por revelação) de Deus dentro de si mesmos. A frágil saúde de homens, mulheres e crianças em nossa sociedade, provocada por uma vida inconsciente, sedentária, mal alimentada com intoxicações alimentares e psicológicas, distante da natureza, voltada para o materialismo, com parca busca pela religação com Deus, faz com que bilhões de pessoas recorram diariamente aos vários remédios patenteados pela ciência médica oficial, normalmente como única esperança de tratamento e cura. Novas e indecifráveis doenças estão surgindo e epidemias de doenças antigas voltando, dando às pessoas a sensação de impotência frente à solução de certos casos, sem contar com as enfermidades psicológicas modernas, como o stress e a depressão. Porém, há uma antiga sabedoria que busca o equilíbrio e a saúde humana que tem sua origem nos primeiros fundamentos do mundo e que jamais mudou as suas fórmulas. O nome dessa sabedoria médica antiga é Gnose, que desde a aurora da criação, se expressa ou diferencia como Ciência, Arte, Mística e Filosofia. De acordo com o médico gnóstico Samael Aun Weor, todo átomo é um trio de matéria, energia e consciência. Átomos compõem moléculas que formam organelas celulares, células, tecidos, órgãos e sistemas, formando assim o organismo físico humano. Assim, o gnóstico transcende o ponto de vista meramente materialista e observa a perfeição infinita do trabalho das glândulas endócrinas, através do qual está evidente a existência de certas coordenadas e direções inteligentes, cuja raiz há que ser buscada na Consciência Cósmica. Para o gnóstico, onde há vida, há Consciência e o corpo humano é uma máquina perfeita construída na fábrica da natureza sob a direção da Consciência Cósmica. Nas palavras do sábio Paracelso “O coração é um Sol, o cérebro uma Lua, o baço seu Saturno, o fígado seu Júpiter, os pulmões seu Mercúrio e os rins seu Vênus”. Toda enfermidade tem suas causas no universo interior do homem. Quando o Cosmos Humano (cosmos significa literalmente ordem) se desequilibra, vêm o caos, a desordem, a doença e o sofrimento. Restabelecer a saúde é recolocar o corpo em ordem. Por isso, uma das principais formas de diagnóstico e tratamento de enfermidades na medicina complementar é através dos chacras, centros energéticos em forma de vórtices de cores que estão distribuídos ao longo do corpo, através dos quais as energias entram e saem vibrando em diferentes frequências. Os chacras têm profunda ligação com as glândulas de secreção interna e também com determinados órgãos do corpo humano, por isso ter os chacras equilibrados significa possuir saúde orgânica. As enfermidades se devem à incapacidade de absorver, transmutar ou integrar certas frequências energéticas. Sabe-se que os chacras giram e emitem cores próprias que correspondem às 7 cores do arco-íris. Pode ocorrer, contudo, que um ou mais chacras fiquem fechados ou bloqueados (devido a ambientes energeticamente poluídos, traumas, sentimentos negativos, emoções fortes, crenças limitantes, maus hábitos de vida como fumo, álcool, má alimentação, excessos ou falta de atividades físicas, mau uso da sexualidade, drogas etc.), produzindo no organismo um problema físico, psicológico ou emocional. Neste contexto, a antiga ciência denominada Cromoterapia tem sido redescoberta por vários terapeutas modernos devido à sua reconhecida eficiência no reequilíbrio e harmonização dos chacras e corpos sutis. Em diversas culturas podemos ver o emprego da cor na saúde. Os registros mais antigos sobre a cromoterapia são de papiros egípcios datados de 3000 a.C. Thot, Deus da Sabedoria, representado com cabeça de uma ave íbis é também o “Mestre das Cores”. Heliópolis é também conhecida como cidade colorida de Rá, Deus do Sol. O papiro que contém informações sobre o preparo e o uso da água solarizada a partir de potes coloridos é considerado um dos mais importantes da medicina egípcia encontrados. Na Índia, são muitas as lendas que explicam, por exemplo, a Festa da Primavera, ou Festival das Cores, ou Festival Holi, sempre relacionadas a Vishnu (o Cristo Indiano), à devoção e ao amor Divino. Há cinco milênios a sabedoria chinesa ensina que a natureza está constituída de 5 tendências, representadas por materiais ou elementos que ao cumprirem um ciclo de renovação dão lugar a tudo o que existe: O fogo que gera a terra, a terra que gera o metal, o metal que gera a água, a água que gera a madeira, a madeira que gera o fogo, que novamente gera a terra, fechando o ciclo natural de transmutação dos cinco elementos. A cada um desses cinco elementos atribui-se uma cor que se relaciona com as estações do ano, os fatores ambientais, os alimentos, os sabores, os pontos cardiais e características da psicologia humana. Hipócrates, o “Pai” da Medicina, empregava a Helioterapia – terapia pelos raios solares; Helius é a personificação do Sol na mitologia grega. Do grego KROMOS = cor e TERAPHEIA = terapia, a Cromoterapia é um sistema de medicina natural e complementar que visa tratar o ser vivo através do uso das cores. Cor nada mais é do que a impressão causada nos olhos pela luz solar, que se divide em sensações espectrais de acordo com sua vibração, frequência ou comprimento de onda. Há também mais energias invisíveis, que estão fora do espectro visível do ser humano, como o ultravioleta e o infravermelho, que não são visíveis a nós, mas são perceptíveis a outros animais e plantas que as percebem. As terapias complementares e oficiais também trabalham com essas “cores invisíveis”. Existem centenas de métodos de tratamentos pelas cores e pela luz solar, como a Cromopatia e a cromopuntura, que utilizam dispositivos como lanterna e caneta ou bastão atlante, abajur ou banho de luz; Cromoterapia nutricional; água solarizada ou cromatizada; harmonização através de vestuário e da decoração; visualização da cor; respiração da cor; Helioterapia; Vitroterapia; Cromoterapia à distância; Audiocromoterapia. A aplicação da cromoterapia com …

Cabala Hebraica: Ciência, Mística e Caminho Iniciático

Cabala Hebraica: Ciência, Mística e Caminho Iniciático Algumas profecias de sábios cabalistas asseguram que chegará o dia em que todos os seres humanos conhecerão a Cabala, antiquíssima sabedoria hebraica que significa literalmente “tradição recebida da Divindade”. Atualmente essa ancestral mística hebraica é acessível a qualquer pessoa disposta a estudá-la. Entretanto, nem sempre foi assim: durante muitos séculos a sagrada tradição de Judá somente era transmitida a hebreus do sexo masculino com mais de 40 anos. E a atual geração vem cumprindo a profecia de divulgação: a filosofia cabalística é cada vez mais estudada no mundo todo, seja por virar moda entre grandes celebridades ou por despertar o interesse de curiosos à procura de algo que esclareça dúvidas existenciais. No entanto, para os estudiosos da sabedoria sefirótica (Séfiras ou Sefirotes são esferas ou emanações celestiais da Árvore da Vida da Cabala, a constituição divina do Universo), o verdadeiro motivo do crescente interesse de pessoas das mais diferentes religiões e culturas pela Cabala é muito claro: a humanidade chegou a um nível de materialidade e egoísmo tão elevado que o anelo pela Luz e pelo reencontro com Deus se transformou em uma necessidade urgente, em um impulso intuitivo premente. Mas, mesmo em evidência, a Cabala não perdeu sua aura misteriosa. Poucos sabem que sua sabedoria não pode ser definida simplesmente como uma corrente mística do judaísmo. A essência da Cabala está no conexão entre Criador e criatura. Mais especificamente, é um sistema de harmonização do ser humano às Leis Universais, cujo objetivo é bem receber aquilo que o Criador tem para doar. Há quem afirme que esse sistema é nada menos que a fonte infinita da sabedoria universal, a chave para desvendar os mais profundos mistérios do cosmos e da existência, o verdadeiro caminho da Realização e Felicidade do ser humano. E esta sabedoria universal, chamada pelos antigos gregos de Gnosis, pelos hindus de Vidya e pelos chineses de Tao, está presente em todas as manifestações espirituais e nuances religiosas. Na cabala ela é magnificamente estudada e praticada de forma científica, intuitiva e devocional. Contudo, se a essência da Cabala não está associada somente ao judaísmo, o mesmo não se pode dizer das mensagens ocultas que ensinam os métodos para adquirir esse conhecimento. Quando Jeová ditou a Torá (o grande livro do judaísmo, correspondente aos cinco primeiros livros da Bíblia) a Moisés no Monte Sinai, estabeleceu quatro níveis de entendimento para o texto sagrado: Peshat, o significado literal, o modo simples da mensagem – aquilo que é utilizado pelos religiosos de nossa época; Remez, que inclui alusões e insinuações alegóricas; Drash, a interpretação metafórica mais aprofundada; e Sod, o nível mais profundo, oculto e simbólico, em que se inclui a Cabala, a Gnosis Universal. E para se atingir este último nível a exigência é bem maior. Ele é um nível de Revelação Interna que exige preparo e intensas práticas místicas. A obra de maior importância para os cabalistas é o Zohar, o Livro do Esplendor, escrito há quase dois mil anos. Trata-se da interpretação de um manuscrito cabalístico mais antigo, o Séfer Yetziráh ou Livro da Formação, cuja autoria é atribuída a Abraão – o grande Patriarca Hebreu. Abraão foi o originador das três maiores religiões ocidentais e do oriente médio – por isso chamadas de Religiões Abramânicas: o Islamismo através de Ismael, o Judaísmo a partir de Isaac e o Cristianismo por meio de Jesus. Segundo o Zohar, o universo é regido por leis espirituais precisas de ação e reação, causa e efeito. Todos estes textos – apesar de já poderem ser lidos por qualquer pessoa que tenha interesse sobre temas como a criação do universo, a vida após a morte e a evolução espiritual, em geral, não são de fácil compreensão. O motivo é simples: eles tratam de realidades espirituais totalmente desconhecidas pelo ser humano comum, que não podem ser vistas, ouvidas nem captadas por nenhum dos cinco sentidos e nem mesmo pela mente racional comum. São escritos, portanto, na chamada “linguagem dos ramos”, que utiliza conceitos que a nossa intelecção ordinária não pode captar, onde cada nome aponta para um objeto espiritual específico que simboliza. A Cabala se reporta a determinados planos espirituais ou esferas de manifestação divina conhecidos como Séfiras ou Sefirotes. Para apreendê-los, é necessário um esforço que transcenda o mundo físico, o desenvolvimento de um sexto sentido que só pode ser criado a partir de uma forte intenção em direção à Divindade. Por isso que os sábios cabalistas dizem que as Séfiras são apreendidas somente por Intuição, pelo contato íntimo e espiritual, pelo esforço individual de conexão com a Divindade. É o mesmo motivo dos antigos gnósticos afirmarem que a Gnosis somente pode ser conquistada por Revelação Interna, jamais por meros estudos intelectivos. O Grande Cabalista contemporâneo Samael Aun Weor, em vários de seus livros e conferências, desvendou os maravilhosos mistérios da Cabala, fazendo-a uma prática espiritual e iniciática para nossa atualidade, trazendo a Luz da Verdade a todos que tenham o anseio em iniciar a grande jornada para a felicidade integral do Ser. Sérgio Linke é engenheiro e presidente da Associação Gnóstica de Fortaleza

TANTRISMO BRANCO E MAGIA SEXUAL: OS SEGREDOS DA ALQUIMIA

TANTRISMO BRANCO E MAGIA SEXUAL: OS SEGREDOS DA ALQUIMIA   O sexo no ser humano pode ser visto de várias formas: científica, psicológica, social, filosófica, artística e até mística ou espiritual, como abordaremos neste artigo. A anatomia oculta, presente em todas as tradições antigas com os mais diversos nomes, nos ensina que o ser humano possui cinco funcionalismos biopsicofisiológicos para interagir com seu interior e também com o exterior: mental, emocional, motor, instintivo e sexual, os quais operam com frequências energéticas diferentes, têm alimentos diferentes e se expressam de maneira também distinta. Através desses centros, podemos manifestar nossos defeitos psicológicos e nossas virtudes. Infelizmente, a cada manifestação de um defeito psicológico (ira, orgulho, inveja, luxúria etc.), estamos obstruindo uma virtude e nos afastando de uma vida mais feliz, consciente e equilibrada. Entre esses cinco centros, o centro sexual, em especial, é o produtor da energia para a manutenção de todos os nossos processos de desenvolvimento. Ironicamente, esse centro é o que se encontra mais desequilibrado na maioria das pessoas, por ser também aquele que trabalha com a energia sexual, mais sutil e volátil (fácil de ser desperdiçada), dificultando sua compreensão. “O sexo é o centro de gravidade de todas as atividades humanas”, afirmou o grande escritor gnóstico Samael Aun Weor. Isso é uma grande verdade, vez que a sexualidade no ser humano influencia pensamentos, sentimentos, ações e a saúde. Dessa forma, a saúde sexual não apenas está relacionada ao nosso organismo humano, mas também à nossa psicologia (como defenderam Freud, Jung e Reich) e à própria espiritualidade (como defendem todos os livros sagrados, mas de forma mais explícita os tratados tântricos hindus e os manuais de taoísmo). Por causa disso a saúde sexual deveria ser considerada uma necessidade básica. Se nos dedicarmos a uma pesquisa profunda dos mestres da Alquimia Medieval, como Nicolas Flamel, Pernelle, Raimundo Lullo, Avicena e Paracelso, veremos que eles sempre citam, normalmente usando simbolismos misteriosos ao leigo em alquimia, a necessidade de se transmutar as energias criadoras, para a busca do chamado Elixir da Longa Vida e também da Panaceia (o remédio para todos os males). Esses mestres da humanidade colocaram no sexo, e nas secreções sexuais amalgamadas  e transmutadas em conjunto no ato sexual, o Grande Arcano ou Segredo da Pedra Filosofal. O centro sexual é ainda o responsável pelas funções de reprodução da espécie, renovação da libido sexual, criação de novos corpos sutis (alquimia sexual) e pela eliminação dos indesejáveis defeitos psicológicos. Por ignorar seu funcionamento, o ser humano administra muito mal suas energias, agredindo seu centro sexual pela abstinência ou pelo abuso. E daí advém a repressão e o fortalecimento da luxúria, da promiscuidade, das abominações sexuais e de uma série de defeitos psicológicos execráveis. A abstinência sexual, ou seja, a repressão da circulação da energia sexual, provoca um grande desequilíbrio psicológico. Reprimir o centro mais inflamável é como transformar um reator em uma bomba relógio, que mais cedo ou mais tarde explodirá através de qualquer fraqueza instintiva ou psicológica. Ou, ainda, é como construir uma barragem frágil para um rio que precisa correr e auto depurar-se: inevitavelmente, na primeira grande tempestade, a barragem se romperá e o rio, com todo seu sedimento, seguirá o seu curso. Por outro lado, o uso abusivo da energia sexual dá-se também pelo seu desperdício. A exploração do sexo em filmes, revistas e novelas, por exemplo, faz com que se roube energia do centro sexual para o centro intelectual. Os ciúmes, a crueldade, as brigas, a chantagem e todo tipo de sentimentalismo são abuso do centro sexual, através do centro emocional. O exagero das atividades físicas também constitui abuso sexual pelo centro motor. Os atos violentos baseados na auto preservação são abusos sexuais provindos do centro instintivo. Para aprendermos a viver com os centros biopsicofisiológicos equilibrados, devemos começar pela conscientização de que todos os nossos atos têm uma motivação psicológica a ser observada e compreendida e que a sexualidade humana é um tema que precisamos tratar com naturalidade e atenção, assumindo-se a responsabilidade de nossas escolhas. Por este mesmo motivo todos os mestres da espiritualidade humana, alguns de forma velada, outros de modo simbólico e outros de maneira clara e objetiva – como o mestre gnóstico contemporâneo   Samael Aun Weor, ensinam que as energias sexuais, muito além da reprodução biológica e do prazer, têm uma função secreta e transcendente: a evolução psicológica e energética do ser humano. Sérgio Geraldo Linke, engenheiro e presidente da AGF.  

A realidade de nossa mecanicidade

A realidade de nossa mecanicidade Acordamos todos os dias e vamos ao trabalho, à escola, nos alimentamos, nos divertimos, enfrentamos problemas, sofremos etc. Fazemos tudo isso enquanto estamos no chamado estado de vigília, que muitos também dizem ser este o estado em que estamos conscientes, ou pelo menos com os sentidos ligados. Samael Aun Weor, Mestre gnóstico do século vinte nos ensina que o estado de vigília é diferente de se estar realmente consciente (faculdade essa proveniente de nossa alma, de nosso Real Ser), demonstrando ainda que em média a maioria das pessoas tem apenas 3% de consciência desperta atuando em nossos processos diários. Uma pessoa com consciência desperta vê o mundo como realmente é, sem a “embaçada lente do ego”. Podemos concluir então que durante praticamente todos os nossos processos e atividades diárias estamos inconscientes, apartados de nosso Real Ser, mesmo em estado de vigília podemos dizer que estamos adormecidos. Os que de alguma forma são mais sensíveis podem perceber esta realidade lá no fundo de suas Essências Divinas (o Real Ser), e quem sabe isso até inspirou alguns a criarem roteiros de filmes hollywoodianos onde as pessoas pensam estar conscientes e vivendo a realidade, mas que em verdade vivem um mudo fantasioso e ilusório. É realmente muito difícil para alguém que esteja adormecido, imerso em seus processos e rotinas mecânicas, ser capaz de perceber sua própria realidade. Para isso é necessário um esforço autoconsciente. Ilustra Samael Aun Weor: “nós não só não sabemos, como ainda pior, não sabemos que não sabemos”. Na ausência de consciência desperta agimos mecanicamente como verdadeiros robôs, reagindo às impressões (estímulos) que nos chegam através da janela dos sentidos. Se nos xingam, xingamos; se nos elogiam, nos enchemos de vaidade; se vemos uma propaganda, criamos vontade de comprar; etc…etc…etc. As pessoas que têm a dita de chegarem a perceber essa realidade, provavelmente sentiram a necessidade de mudança. Entretanto, a simples repressão dos atos mecânicos não é algo perene, algo realmente transformador, ou seja, não é capaz de fazer despertar a consciência. O Mestre Samael deixou em suas obras diversas técnicas e práticas psicológicas com as quais podemos comprovar a dura realidade do estado inconsciente e mecânico em que vivemos. Felizmente, o mestre da gnose contemporânea também nos ensina como podemos realizar uma verdadeira autotransformação psicológica, através de técnicas como: a auto-observação, a transformação de impressões, a meditação para digestão psicológica do dia, o auxílio devocional consciente das Divindades Internas etc. Estas práticas, dentre outras, possibilitam o despertar de nossa consciência. Ao logramos o despertar da consciência seremos os senhores de nossas ações, passaremos a viver de forma ativa e objetiva, com a atuação de nossas virtudes. Aquela reação irada e mecânica que muitos temos ao sermos fechados no trânsito, ao sermos caluniados, ofendidos, a vontade quase incontrolável de comprar algo que não precisamos, o sarcasmo, a ironia e o deboche que ferem os demais, tudo isso que podemos sintetizar como defeitos psicológicos ou ego (na psicologia gnóstica) deixariam de existir em nosso interior. Esses defeitos psicológicos, que são a causa de nosso adormecimento e consequente mecanicidade, não mais teriam guarida. Estudemos a nós mesmos profundamente e busquemos viver livres e despertos, felizes e servidores dos demais. As Associações Gnósticas de Brasília e Fortaleza promovem cursos regulares de Gnose, onde a Psicologia para o Despertar da Consciência é ensinada e praticada. Frederico de Alencar Cunha – analista de TI e instrutor da AGB.

BIOMÚSICA E MUSICOTERAPIA – OS SONS DA SAÚDE

BIOMÚSICA E MUSICOTERAPIA – OS SONS DA SAÚDE A música permeia o Universo em suas mais variadas formas, preenchendo a vida em som, tom e vibração. A música está presente em todas as culturas e nacionalidades em suas ramificações étnicas, religiosas, políticas, educacionais, festivas e sociais. A musicalidade faz parte de nosso meio em seu caráter representativo, simbólico, histórico e geográfico. E o mais importante: sua linguagem é universal. A musicoterapia envolve o estudo e a aplicação das vibrações sonoras para harmonizar a fisiologia e a ultrafisiologia do ser humano. A música sabiamente utilizada pode, através de um fenômeno chamado ressonância, nos induzir a um estado vibracional de equilíbrio e bem-estar, diminuindo o estresse e auxiliando no tratamento de vários estados psicológicos, como a depressão e a ansiedade. Samael Aun Weor, Mestre Gnóstico do século XX, nos ensina que a música provém diretamente das esferas divinas da Beleza, da Harmonia e da Vontade Consciente, do mundo das Grandes Causas, aquele plano superior conhecido pelos antigos cabalistas como a Séphira Tiphereth. A Musicoterapia, como termo moderno, foi criada nos Estados Unidos, logo após a Segunda Guerra Mundial, para acalmar neuróticos de guerra e aliviar a dor dos mutilados. Pesquisadores e psiquiatras logo perceberam os efeitos positivos da música quando aplicada com a finalidade terapêutica de acalmar e relaxar. A partir desses experimentos a Musicoterapia se consagrou como ferramenta terapêutica curativa, sendo expandida por todo o Ocidente. Já no Oriente a música sempre esteve presente em processos terapêuticos, principalmente, através da mantralização (entoação de sons sagrados). Atualmente a Musicoterapia ou Biomúsica é amplamente adotada em hospitais, indústrias, escolas, fazendas, granjas e estabelecimentos comerciais por seus benefícios gerais e no combate ao estresse. Especificamente falando, a Biomúsica é utilizada em muitas situações: auxilia o trabalho de parto, pré e pós-operatórios, sessões de quimioterapia e de hemodiálise, tratamento de enfartados, sessões de analgesia em queimados e/ou dores crônicas. O Relaxamento conduzido através da Biomúsica traz enormes benefícios tanto para relaxar quanto para liberar tensões específicas. Certos tipos de música harmonizam os ritmos biológicos do organismo facilitando o processo de liberação da tensão física, emocional e mental. Sessões de Biomúsica têm como principais benefícios tornar a respiração mais lenta e profunda, prevenir as enfermidades cardíacas, combater o nervosismo, combater enxaquecas, aumentar a resistência às excitações sensoriais, prevenir as neuroses, prevenir as enfermidades psicossomáticas, combater o estresse, permitir o domínio das forças afetivas, ajudar no bom funcionamento fisiológico. Fernando Salazar Bañol é Mexicano, escritor, conferencista internacional e idealizador do Instituto Internacional de Biomúsica (Espanha, Argentina e Brasil -1987).

Reiki – A Luz Universal

Reiki – A Luz Universal Tudo inicia quando um japonês chamado Mikao Usui (1865-1930), nascido de uma família japonesa e com tradição de Samurais Hatamoto, foi criado na Aldeia de Taniai onde desde tenra infância viveu dentro das práticas marciais como o Aiki–jujútsu, uma prática de luta que busca o equilíbrio entre os lutadores. Mikao Usui queria muito ajudar as pessoas de uma forma acessível e que não dispusesse da energia vital de quem estava ajudando e assim começa sua busca para sanar sua indagação. Praticante e frequentador do Templo Budista Tendai, começou a estudar as escrituras antigas do Templo com ajuda da sabedoria dos monges. Mesmo com todo estudo Mikao Usui resolve fazer um retiro espiritual e no ano de 1922 subiu o Monte Kurama com uma pequena sacola portando 21 seixos para sua contagem de tempo e um cantil de água. No cume da montanha depois de muito meditar e jejuar, no vigésimo primeiro dia Mikao entra em iluminação e vê diversas bolhas coloridas e dentro delas haviam símbolos distintos. Desceu a montanha e foi diretamente relatar sua experiência ao monge do Templo, onde lhe orientou para que saísse e difundisse esse conhecimento para todos. Nesse momento Mikao entendeu que obteve a resposta para sua inquietude espiritual da forma de ajudar as pessoas, assim redescobrindo o Reiki – Energia Universal. Viajou por diversos lugares até fundar sua primeira escola em Tóquio – Escola Usui Reiki Ryoho Gakkai. Formou mais de 20 professores ou Mestres Reiki e ensinou mais de 2000 alunos. Um de seus principais alunos foi o Dr Hayashi, que antes de ir servir na segunda guerra mundial ensinou a Sra Takata que levou a sabedoria Reiki para os EUA. Dentro do Reiki temos diversos símbolos onde cada um deles tem um alcance na nossa constituição septenária. Através do Sansei/professor ou Mestre Reiki nos sãos passados toda simbologia que através dela podemos passar a energia universal desde o corpo físico até o espiritual. Os níveis de sabedoria do Reiki se dividem em quatro. O nível I – Shoden atua no corpo físico e etérico. O nível II – Okuden atua no corpo emocional e mental O nível III – Shinpiden atua no corpo espiritual. O nível IIIB – Gokukaiden atua na formação de novos Reikianos. Quando recebemos os símbolos devemos fazer a auto aplicação por 21 dias para nos sintonizar com a energia universal. Após essa fase já podemos fazer aplicações em nossos familiares, amigos, plantinhas e animais. A transmissão do Reiki se dá pela imposição de mãos em pontos específicos ao longo do corpo, onde quem vai definir a quantidade e a temperatura da energia que precisa ser passada é a memória celular do recebedor, então o Terapeuta Reiki nada influencia nessa passagem. Quando tentamos controlar através da mente uma sessão de terapia Reiki, deixamos de canalizar a Energia Universal e acabamos transmitindo nossa própria energia vital. É importante destacar aqui que os símbolos reiki, são formas de energia fortemente carregadas com intencionalidade que efetuam a sincronização necessária para a cura, cujo poder é multiplicado pela utilização de milhões de pessoas por todo o mundo O Reiki é simples e muito forte quando fazemos os símbolos com perfeição e nos permitimos, com concentração, canalizar a Energia Universal de Vida, também chamada Energia Reiki. Josi Corrêa é Terapeuta holística, Mestra Reiki, Massoterapeuta, Instrutora de Gnose e Presidente da Associação Gnóstica de Brasília – AGB

TARÔ TERAPÊUTICO

TARÔ TERAPÊUTICO A missão do Tarô Egípcio em sua vertente terapêutica é ajudar o consulente a contatar com sua verdadeira Essência, seu Ser Interno, descobrir seus verdadeiros potenciais, tanto interiores quanto exteriores, e identificar aqueles bloqueios – traumas, fobias, complexos, hábitos condicionantes, defeitos psicológicos – que impedem o cumprimento de sua verdadeira missão neste mundo e sua autorrealização. Trata-se de reconhecer, não só as energias ou qualidades presentes no indivíduo, mas também identificar aquelas condições que se encontram em estado latente ou são reprimidas. O Tarô Terapêutico é um instrumento de crescimento, liberação e autoconhecimento, porém tem, fundamentalmente, contribuição para um estado de bem-estar físico e energético, para que os demais estados do “Ser” possam surgir e se expressar plenamente. Existem inúmeros métodos para usar o Tarô Egípcio em sua vertente terapêutica, mas a finalidade é que a leitura possa oferecer algumas informações sobre o consulente, tais como:   A situação física, energética e emocional do consulente; O que o impede de se desenvolver; Possíveis origens dos padrões negativos (infância, vidas passadas); O manejo das relações (afetivas, profissionais, religiosas); Necessidades internas não realizadas (medos, frustrações, ansiedades); Recomendações para abordar o problema; Evolução (caminho de crescimento); Autorrealização (resultado interno); e Projeção e estratégias (resultado externo).   O Tarô Egípcio em sua vertente terapêutica pode utilizar outros apoios suplementares para a elucidação do “mapa psicofísico” do consulente, tais como a astrologia, a numerologia, a grafologia, radiônica/radiestesia e outras “terapias da alma”. Ali Mohamad Onaissi é jornalista, instrutor gnóstico, idealizador e administrador, do site gnosisonline.org

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