Associação Gnóstica de Brasília

Como Sair da Mecanicidade da Vida? Descubra o Despertar da Consciência pela Psicologia Gnóstica

Como Sair da Mecanicidade da Vida? Descubra o Despertar da Consciência pela Psicologia Gnóstica “A fim de que a Essência cresça mais, algo muito especial deve acontecer, há que realizar algo novo…”.  – Psicologia Revolucionária – Samael Aun Weor A Psicologia Gnóstica, como ensinada pelo Mestre contemporâneo Samael Aun Weor, propõe uma abordagem revolucionária e disruptiva que visa o despertar da consciência e a superação da mecanicidade da vida.Segundo Samael, a maioria das pessoas vive de forma automática, sem consciência plena, repetindo padrões de comportamento e reagindo mecanicamente às circunstâncias. Para transcender essa mecanicidade, é necessário um trabalho profundo sobre si mesmo, que envolve a auto-observação e a transformação das impressões e reações internas.A Gnose, que significa conhecimento espiritual profundo, não é apenas um saber intelectual, mas uma experiência direta com o divino, que transcende as aparências e a superficialidade do mundo material.Na busca pela autotransformação, a Psicologia Gnóstica se diferencia da psicologia convencional ao abordar o ser humano de maneira vertical, focando na libertação espiritual e na autorrealização. Esta psicologia vê o ego como uma pluralidade de defeitos que obscurecem a consciência e promovem o sofrimento. Assim, o objetivo é dissolver o ego por meio de práticas como a auto-observação, a meditação, o uso de técnicas devocionais avançadas e a transmutação de energias, para que a consciência desperte e o ser humano se liberte.O despertar da consciência implica transcender o ego e viver com mais autenticidade e liberdade espiritual. A prática envolve separar o observador (a consciência) do observado (pensamentos e emoções), permitindo uma compreensão profunda das diversas partes que compõe o ser humano e sua psique. A morte psicológica, ou a dissolução dos defeitos do ego, é necessária para manifestar o verdadeiro Ser interior. O amor consciente, um amor puro e compassivo, também é central na Psicologia Gnóstica, servindo como uma força curadora e transformadora que promove a elevação espiritual e o bem-estar coletivo.Afinal, esta tem sido a busca essencial da existência humana: pertencer a um grupo, aprender, evoluir, ser feliz, se autorrealizar, ser útil ao mundo! Marco Aurélio Ferreira da Silva – Instrutor da Associação Gnóstica de Fortaleza (AGF)

Matemática Sagrada: a Gnose nos Números e na Geometria

Matemática Sagrada: a Gnose nos Números e na Geometria A Associação Gnóstica de Fortaleza (AGF) faz parte do Conselho Diretor da Academia Gnóstica Internacional (AGNI), organização composta por líderes gnósticos de vários países, todos com experiencia acadêmica universitária e décadas de pesquisas e ensino do gnosticismo moderno. Este artigo foi escrito por 4 instrutores da AGNI. Preconceitos ligados à Matemática A matemática talvez seja a disciplina mais injustiçada nas escolas, pois é grande o número de pessoas que pensam saber pouco, têm alguma resistência e às vezes até traumas com a ciência dos números.Talvez por inabilidade na abordagem de alguns educadores, talvez pela falta de se demonstrar o profundo relacionamento que existe entre a matemática e outros saberes como biologia, arte, esportes, por exemplo, levou a maioria dos estudantes a terem mais afinidade com as ciências linguísticas, biológicas ou sociais (história, geografia etc.) do que com a ciência de Pitágoras.Mas o fato é que a matemática está em tudo: em nosso corpo, em nosso metabolismo, em nossa tecnologia, nas manifestações da natureza, constituindo-se a ciência dos números um verdadeiro Código da Criação, uma linguagem comum entre os humanos e a natureza, a base da tecnologia humana (desde fazer fogo até ir à Lua), inclusive com muitos “números sagrados”, como veremos adiante.Por utilizar com perfeição a lógica e a abstração, os resultados precisos e as previsões estatísticas, a matemática possibilita a construção da mas palpável ponte entre ciência e filosofia, ou ainda entre arte e mística (espiritualidade).Quando uma pessoa compreende a profundidade e o alcance da matemática, então deixa de lado as dificuldades iniciais com fórmulas e teoremas, e aprende a saborear a filosofia das quantidades, vendo-a como a estética do número, o código da natureza, a linguagem de Deus, e assim os preconceitos começam a se desfazer.Quando se chega neste estágio a dificuldade inicial com números e fórmulas se transforma na alegria de se compreender como Deus Geometriza em seu laboratório – a própria Natureza. Vida, Vibrações, Geometria Sagrada e Matemática A Gnose nos ensina que tudo que tem vida vibra, tem sua frequência, sua radiação emanadora ou receptora, sempre para se inteirar (compor conjunto) com outras fontes vibrantes. Esta é a vibrante e matemática Teia da Vida.Vista matematicamente, até uma pedra tem vibração ou “vida física”, pois é constituída de subpartículas atômicas que estão vibrando a velocidade assombrosas.Aprofundando essa ideia, a pedra parece densa para nós, mas na realidade ela é constituída de enormes espaços vazios, porém como a vibração de suas partículas é muito alta, o mineral adquire uma consolidação de matéria, de densidade.É como quando olhamos um ventilador: se ele está parado vemos as pás e o espaço entre elas; se ele funciona a baixa velocidade vemos um círculo aparentemente compacto, mas que na realidade é uma ilusão causada por nossa visão (interação de velocidades entre nossa percepção visual e a velocidade de giro do ventilador); agora se o ventilador entra em alta velocidade as pás simplesmente somem, não as vemos, aparece um espaço vazio.Nestes simples exemplos podemos entender a profunda relação que existe entre tudo o que vibra (o movimento do ventilador, em rotações por minuto), a geometria (as diferentes formas visíveis por nós quando as pás estão paradas, ou do círculo do ventilador a média velocidade, ou do “sumiço” das pás do ventilador a alta velocidade), tudo comandado pela interação entre números, traduzidos como as frequências (rotações por minuto) em que o ventilador gira e a percepção de nosso sistema visual (a quantidade de “quadros” ou fotografias que nossos olhos podem captar por segundo, transmitindo a imagem para nosso cérebro, para processamento).Vida, vibrações, geometria sagrada, números, aparência, ilusão, abstrato, realidade, frequência, relatividade – todos conceitos matemáticos que podem ser retirados de seu “imperceptível estado do mundo das ideias” para nossa compreensão física e fenomenológica aqui, no mundo físico. Isso é Sabedoria, Gnose.Síntese: a matemática é a linguagem oculta da vida e das nossas percepções humanas sobre ela. Cabala e Matemática A Cabala, como cita Eliphas Levi em seu O Livro dos Esplendores, “poderia ser chamada de matemática do pensamento humano. Ela é a álgebra da fé (…). Resolve todos os problemas da alma com suas emoções, esclarecendo as incógnitas.”Levi também anota que “A Cabala tem a sua geometria ideal, a sua álgebra filosófica e a sua trigonometria analógica”.Referindo-se ao livro de Enoque – um antiquíssimo apócrifo hebraico, afirma o abade francês que “Dessa forma, a tradição aparece em seu nobre sentido de coragem, cativando o coração do homem, bem como a lei eterna que regula a expansão infinita, os números na imensidão e a imensidão nos números, poesia em matemática e matemática em poesia.”A Cabala é um dos ramos místico-filosóficos que pode ser expresso através da sabedoria matemática (Gnose dos Números).Qualquer pessoa que estude profundamente a Cabala e compreenda as leis de manifestação contidas na Árvore da Vida e suas Sephiroths poderá começar a estudar Matemática Mística.Livros tradicionais e milenares de Cabala, como o Zohar e o Sepher Yetzirá, por exemplo, são ricos em relações entre a Criação, o Verbo, o Número e a Forma (letra), já ensinando como o Verbo Geometriza (dá forma) através do Número. Matemática como criação divina Samael Aun Weor, sábio gnóstico contemporâneo, ensina em sua obra Tarot e Cabala: “O Universo é feito com a Lei do Número, da Medida e do Peso; a matemática forma o Universo, os números tornam-se entidades vivas.”De acordo com Samael, “Deus é um geômetra para os gnósticos. A matemática é sagrada. Na escola de Pitágoras não era admitido ninguém que não soubesse matemática, música etc.”. Arremata o releitor da Gnose contemporânea: “O mundo da matemática é o mundo de Atman (espírito mais elevado)”.Portanto, devemos estudar Pitágoras e reconhecer que Deus, os Elohim ou cosmocratores, em geral, são grandes matemáticos realizadores.Nesse sentido, há outras referências valiosas, dentre as quais podemos acrescentar a sabedoria de antigos rituais gnósticos que ensina:“Deus é a chama que crepita em tudo, a geometria vivificante de tudo. Por isso o número é Santo, é Infinito, é Eterno. Ali onde ELE …

Liberte-se de seus Sofrimentos: As chaves gnósticas do Renascimento com Respiração Consciente e Devoção à Mãe Divina

Liberte-se de seus Sofrimentos: As chaves gnósticas do Renascimento com Respiração Consciente e Devoção à Mãe Divina A dor experimentada em nossas caminhadas pode gerar traumas profundos, frequentemente enraizados em experiências dolorosas do passado, deixando marcas duradouras em nossa psique e em nossa vida cotidiana. Esses traumas afetam nosso bem-estar emocional, mental e até físico, influenciando nossos comportamentos, relações e perspectivas de vida.Modernamente, com a integração entre a ciência e métodos terapêuticos espirituais e psicológicos tradicionais, a Gnose tem colaborado ativamente para que a solução de tais sofrimentos psíquicos seja mais eficaz e duradoura.A convergência das técnicas de Renascimento com as práticas Devocionais Gnósticas à Mãe Divina oferece uma abordagem poderosa para superar a dor e o trauma.O Renascimento é uma técnica terapêutica que envolve o uso consciente da respiração para acessar e liberar bloqueios emocionais e energéticos. Criado por Leonard Orr na década de 1970, o Renascimento se baseia na ideia de que a respiração pode atuar como uma ponte para o subconsciente, permitindo-nos reprocessar e integrar experiências traumáticas de maneira saudável e transformadora.Sabemos que a respiração é uma função vital que sustenta a vida humana, mas sua importância vai muito além do simples ato de inalar oxigênio e exalar dióxido de carbono. Em muitas tradições holísticas e espirituais, a respiração é considerada uma ponte poderosa entre o corpo, a mente e o espírito. Técnicas de respiração consciente são fundamentais em várias práticas de cura holística, incluindo yoga, meditação, gnose, o próprio Renascimento e muitas outras.Na respiração gnóstica, utiliza-se muito o poder do “Prana”, ou energia vital contida no ar que respiramos, como um elemento purificador e regenerador energético-espiritual.Na tradição gnóstica, a Mãe Divina, um aspecto divino feminino que representa a sabedoria, o amor e a compaixão, é invocada para auxiliar no processo de cura e transformação. Samael Aun Weor, mestre gnóstico contemporâneo, ensina que o “sacrifício da dor” implica não se apegar ao sofrimento, mas sim transformá-lo em compreensão e libertação.Ao se congregar sabiamente a respiração com a oração, estamos trilhando os mesmos passos dos antigos “Padres e Madres do Deserto” (veja artigo específico no site da Associação Gnóstica), os místicos gnósticos do início do cristianismo, que através da Filokalia utilizavam poderosamente o Prana e a oração meditativa profunda e repetitiva.Assim, durante as sessões de Renascimento, os praticantes podem adicionar a prática de invocar a presença da Mãe Divina, pedindo sua orientação e proteção.A Mãe Divina é vista como uma força amorosa e compassiva que pode ajudar a revelar e curar as feridas mais profundas da alma. Não à toa que todas as religiões têm sua oração ao Eterno Feminino de Deus, como no caso da Oração à Ave Maria para “rogai por nós”, agora e na hora da morte de nossos defeitos e sofrimentos.Inspirado nos ensinamentos de Samael Aun Weor, o conceito de “sacrifício da dor” implica não se apegar à dor, mas transformá-la através da aceitação e da entrega consciente. Em vez de resistir ou fugir do sofrimento, aprendemos a enfrentá-lo com coragem e a vê-lo como uma oportunidade para crescimento espiritual.Já o Mestre Buda ensinou que “a ignorância é a origem do sofrimento “. Esse ensinamento nos lembra que, muitas vezes, nosso sofrimento decorre da falta de compreensão sobre a verdadeira natureza da realidade e de nós mesmos. Ao iluminar nossa consciência e eliminar a ignorância, podemos transcender a dor e encontrar a paz interior.Portanto, com a ajuda da respiração consciente e da presença da Mãe Divina, é possível acessar emoções reprimidas e memórias dolorosas armazenadas no subconsciente. Durante uma sessão de Renascimento, por exemplo, essas emoções podem emergir de forma intensa e controlada, permitindo que sejam sentidas, expressas e, finalmente, liberadas.Após a liberação emocional, o praticante pode experimentar um senso de alívio e clareza. Com a ajuda da Mãe Divina e a prática do sacrifício da dor, é possível integrar as novas percepções e curas no nível consciente, promovendo uma sensação de completude e renovação espiritual.Dentre os vários benefícios da prática regular do Renascimento, podem ser destacados a diminuição dos níveis de estresse e ansiedade, promovendo um estado geral de calma e bem-estar. A respiração consciente e a invocação da Mãe Divina ajudam a liberar bloqueios energéticos no corpo, restaurando o fluxo natural de energia e vitalidade.Esta técnica tem sido utilizada por muitos instrutores gnósticos que trabalham com terapias anímico-psicológicas, como Fernando Salazar Bañol, aplicando com amor as técnicas de Respiração Consciente Devocional.Com a orientação de um facilitador experiente, a ajuda amorosa da Mãe Divina e a prática do sacrifício da dor, você vai aprender a meditar para alcançar a cura que levará a uma vida mais plena, equilibrada e espiritualmente enriquecida.Então, como ensina Fernando Salazar Bañol em seus Workshops de Imersão Profunda: “Vamos juntos iluminar o mundo!”. Alessandra Espineli Sant’Anna – engenheira civil e instrutora da AGB

A Oração Gnóstica do Logos Solar: que tal aprender a se conectar de forma direta e tangível com Deus ?

A Oração Gnóstica do Logos Solar: que tal aprender a se conectar de forma direta e tangível com Deus ? Nesta série de cinco artigos, estamos abordando o Futuro da Humanidade.Em nosso primeiro texto descrevemos O Estágio Atual da Humanidade, no segundo escrito analisamos a Ciência da Futurologia e as Fontes Proféticas, com o que elas nos reservam.No artigo 3 estudamos nossos irmãos do Cosmos, abordando a Ufologia Gnóstica como 3ª via em relação à ufologia científica ateísta e à ufologia mistificadora. No 4º escrito vislumbramos como será a Futura Idade de Ouro, analisando os caminhos e até tendências disruptivas.Finalizamos com o presente artigo esta série sobre o Futuro da Humanidade.Como síntese de todo o trabalho de autorrealização espiritual, ensinaremos uma maravilhosa prática de Conexão com o Logos Solar, com a Divindade do Sol que nos nutre e mantém.Nossa abordagem se harmoniza, como nos outros artigos, num tripé composto por (I) definições claras e não dogmáticas ou mistificadas, (II) conclusões sérias de estudiosos de várias áreas (futurologia, história, antropologia, sociologia, psicologia, tradições iniciáticas) e (III) a análise gnóstica profunda e sistêmica dos aspectos relatados nos cinco artigos que são objeto desta série sobre o Futuro da Humanidade. Quem é o Logos Solar ? Para os gnósticos antigos e modernos, Deus se expressa na Luz, na Divindade do Sol, no Logos Solar !A palavra Logos em grego teve distintos sentidos ao longo da interpretação de vários filósofos, desde os aspectos mais abstratos de Criador ou Emanador Universal de tudo (Heráclito), passando por Sócrates, Platão e Aristóteles (como a razão ou o motivo do mundo das ideias).No cristianismo, São João Evangelista identifica o Logos como a entidade suprema através do qual todas as coisas são feitas, como divinas (theos), e identifica Jesus Cristo como o próprio Logos encarnado.Para o místico evangelista, o Logos é uma força criadora, eterna, autossuficiente que segundo o próprio texto bíblico tomou forma humana na pessoa de Jesus.Para Santo Agostinho de Hipona, um dos mais exaltados gnósticos cristãos, o Logos é o princípio mais elevado, estando a própria Trindade Cristã (Pai, Filho e Espítito Santo) equilibrada pelo Logos.Esta visão da Divindade coincide integralmente com as mais elevadas esferas celestiais (Sephirotes) da Kabala Hebraica, com Ain Soph Aur emanando e nutrindo a trindade superior da emanação cabalística, composta por Keter, Chokmah e Binah.Depois dessas transcendentes visões espirituais do Logos, como (1) origem, expressão e fim de tudo o que existe, (2) princípio divino que anima (dá vida) ao Universo, a palavra foi sendo “humanizada” ou trazida para ideias mais mundanas e filosóficas, significando, na ordem decrescente de riqueza do poder do termo, (3) o Verbo ou expressão emanatória do Criador, (4) os simples e humanos conceitos que viraram sinônimos do termo “logos” como palavra, discurso, argumento, razão ou estudo de algo. Esta última e mais pobre significação humana da palavra Logos aparece em nossos conhecimentos humanos sistematizados como “teologia”, “ecologia”, “zoologia”, “antropologia” etc., denotando os estudos e escritos humanos sobre alguma área científica ou filosófica.Portanto, ao recuperar o conceito grego original da palavra Logos, os gnósticos reportam o termo a uma Divindade Suprema que Cria-Emana-Mantém-Absorve tudo, sendo comum em muitas teogonias a manifestação de Deus em 7 (e não mais 3) expressões, através dos famosos 7 Logos ou Deuses, como emanações sétuplas do Deus-Uno.Esta visão sétupla da Divindade encontra perfeita harmonia na tão bem conhecida pelos gnósticos Lei do Sete, ou Heptaparaparshinock, a regra de Organização de tudo o que existe.Na Astroteurgia, a ciência gnóstica para trabalhar com as Inteligências Planetárias, são considerados os 7 Logos Planetários, como divindades regedoras dos astros tradicionais e também como raios (virtudes) da divindade. Estes Logos Planetários procedem de Deus-Uno e têm a seu cargo a evolução da vida física e espiritual em cada um dos sete Planetas.Temos, assim, Mikael como Logos do Sol (e líder de todos no sistema solar, pois é uma estrela que tem luz própria e nutre de energia, calor e luz a todos os demais planetas de nosso sistema planetário), Gabriel o Logos da Lua, Raphael o Logos de Mercúrio, Anael o Logos de Vênus, Samael o Logos de Marte, Zacariel o Logos de Júpiter e Orifiel o Logos de Saturno. Esses gênios planetários podem perfeitamente ser referenciados como Anjos ou Arcanjos.Samael Aun Weor, mestre gnóstico contemporâneo, descreve muito bem essas expressões da Divindade em seus livros “Logos, Mantram e Teurgia” e “Curso Zodiacal”.Em outro livro maravilhoso, As Três Montanhas, Samael sintetiza que “Todo Cosmo é dirigido, vigiado e animado por séries quase intermináveis de Hierarquias de seres conscientes. Cada um deles tem missão a cumprir e, sejam chamados por um nome ou outro, Dhyan-Chohans, Anjos ou Devas, são mensageiros, tão só no sentido de serem agentes das leis kármicas e cósmicas”.Esses são os 7 “Espíritos Diante do Trono de Deus”, como ensina o Apocalipse de São João. Esses são os 7 anjos que repartem entre si o governo do mundo em 7 épocas distintas, pois a história do mundo se resume em 7 épocas.Os sete planetas são as cordas de uma lira divina, onde ressoa com sua mais inefável melodia a Palavra do Criador, do Logos.Todo sistema solar vem a ser o corpo celeste de um grande Ser, o Logos do sistema solar, o Inefável…Não é maravilhoso, querido leitor ?Agora podemos entender a importância e o poder da prática gnóstica que abordaremos neste 5º artigo sobre o Futuro da Humanidade, pois, em síntese a vida na Terra nada mais é que uma expressão, um experimento, uma etapa evolutiva, uma tentativa de progresso de nosso próprio Logos Solar, Pai dos “7 Diante do Espírito de Deus”.Também podemos entender porque a Divindade mais adorada em todas as religiões é o Sol, o doador de vida, nossa estrela que fecunda a Divindade da Terra para que “todos tenham vida e a tenham em abundância”.A própria palavra “Theos” ou Deus em grego tem raiz na palavra Luz, o Dia, a Emanação Luminosa do Sol.Não à toa que no início do cristianismo, nos tempos da Gnose Cristã Primitiva, Jesus também era …

Como será a futura Civilização Humana na Idade de Ouro ?

Como será a futura Civilização Humana na Idade de Ouro ? Nesta série de cinco artigos, estamos analisando o Futuro da Humanidade.Em nosso primeiro texto abordamos O Estágio Atual da Humanidade, no segundo escrito analisamos a Ciência da Futurologia e as Fontes Proféticas, com o que elas nos reservam.No artigo 3 estudamos nossos irmãos do Cosmos, abordando a Ufologia Gnóstica como 3ª via em relação à ufologia científica ateísta e à ufologia mistificadora.Continuando nossa série de artigos, agora neste 4º escrito estudaremos como será a Futura Idade de Ouro, analisando os caminhos e até tendências disruptivas necessárias para chegar a esta idade de Consciência e Felicidade.Finalizaremos esta série sobre o Futuro da Humanidade com um próximo 5º artigo, o qual sintetizará todo o trabalho de autorrealização espiritual, ensinando uma maravilhosa prática de Conexão com o Logos Solar, com a Divindade do Sol que nos nutre e mantém.Nossa abordagem se harmoniza, como nos outros artigos, num tripé composto por (I) definições claras e não mistificadas, (II) conclusões sérias de estudiosos de várias áreas (futurologia, história, antropologia, sociologia, psicologia, tradições iniciáticas) e (III) a análise gnóstica profunda e sistêmica dos aspectos relatados nos cinco artigos que são objeto desta série sobre o Futuro da Humanidade. Possuímos Tecnologia Civilizatória para bem utilizar a Tecnologia Científica ? Muitas profecias e religiões falam da Idade de Ouro, da Jerusalém Celestial, de um mundo transformado onde as pessoas viverão em paz e felicidade, onde não há egoísmo, crimes, apego, competição, sofrimentos. Ou ainda, numa visão teológica, num paraíso que depende da salvação “quando Jesus voltar” ou “quando o Budha Maytreia se manifestar ao mundo”, só para citar duas expressões religiosas.Com base nas tradições iniciáticas que falam da Psicologia do Autoconhecimento, da religiosidade mística prática, sabemos que o ser humano tem um EGO, no sentido de defeitos psicológicos que levam a atitudes danosas, como a inveja, a vaidade ególatra, o consumismo inconsciente, a competição destrutiva, a ambição desmedida, a ira, a violência, o preconceito etc.Este ego é o responsável por todo o sofrimento humano e pelo karma das pessoas. Não sejamos ingênuos a ponto de acreditar que teremos um mundo paradisíaco com as pessoas entregando-se cada vez mais aos seus desejos, às suas ambições e apegos, destruindo o planeta, esquecendo-se da alma que trazem dentro de si e desprezando outros seres.Somente teremos um mundo melhor se o ser humano se transformar profundamente, eliminar seus defeitos (egos) e desenvolver suas virtudes. E isso não é uma questão meramente moral ou religiosa. É preciso trabalho sério, profundo, com métodos de autoconhecimento e autotransformação. A Gnose ensina esses métodos.A tecnologia externa (automatização da produção de alimentos, robotização, busca de outros planetas, drogas maravilhosas, inteligência artificial, engenharia genética) não fará o trabalho psicológico e espiritual por nós. Claro que deveremos sim aproveitar as benesses da tecnologia externa, mas desenvolvendo também nossas potencialidades espirituais por meio da tecnologia interior.Aliás, essas ferramentas da “cega ciência atual” se constituem não só em revoluções civilizatórias assombrosas e disruptivas, mas também em verdadeiros perigos se aplicadas com falta de ética (busca do bem comum) e com fins egóicos e comerciais, como é o caso da exploração (e também destruição) de outros planetas, da criação de organismos geneticamente alterados e da inteligência artificial como ferramenta de ilusão e de perda de humanidade nas relações. Há ainda a sombra do iminente Matercídio Planetário a que estamos sujeitando a Terra, com nosso consumismo inconsciente que pode tornar inabitável nosso belo globo azul. As grandes alterações climáticas estão aí para atestar.Tecnologia sem espiritualidade é suicídio civilizatório. Leva às guerras, à supremacia de alguns sobre outros, à acumulação de riqueza em poucos e à grande pobreza na maioria.Necessitamos de Tecnologia Psicológica, de Técnicas Espirituais, como a Gnose.Não é possível termos um jardim de flores a partir de um terreno cheio de pragas. Primeiro é necessário limpar o terreno, remover as pragas, que neste caso são o egoísmo humano (medo, orgulho, ambição, vaidade, preguiça, luxúria, inveja e tantos outros).Somente teremos uma Idade de Ouro quando as pessoas manifestarem mais virtudes que egos, quando entenderem que a Terra é um organismo vivo e que nossa existência física é uma etapa em nosso caminho de aperfeiçoamento espiritual, o qual deve ser ativo e inteligente, constante e metodológico, auto-aplicado e concretizado em nossas palavras, pensamentos e atos.Por isso que o mestre gnóstico contemporâneo Samael Aun Weor afirma: somente “aqueles que tenham eliminado 50% dos elementos indesejáveis (egos) que carregam em seu interior poderão ser selecionados” para a nova civilização, arrematando ainda que “na sexta raça raiz (estamos atualmente na quinta) não será dado corpo a ninguém que ainda tenha Ego”.Note, querido estudante, que o Mestre de Aquário não fala de cristãos, muçulmanos, budistas, gnósticos… Ele aponta diretamente para quem tenha menos ego, menor quantidade de defeitos humanos, ou, olhando por outro lado, que manifeste mais virtudes. Isso é uma questão psicológica.Eliminar o ego é um trabalho ativo, constante, individual, iniciático, com os Três Fatores de Revolução da Consciência: Morte Mística, Nascimento Alquímico e Caridade Universal.Portanto, a Gnose não é apocalíptica, o gnosticismo não ensina que merecemos ser castigados; ela é otimista, trabalhando para que cada pessoa desperte a consciência e seja assim preparada a humanidade para a futura 6ª Raça Raiz, a Koradi, a Idade de Ouro.Esta visão também não é para pessoas que somente pensam nesta vida atual, nesta sua profissão, nestes seus parentes, neste seu nome; é preciso vislumbrar o futuro.Na realidade, no caminho iniciático uma existência física (como homem ou mulher, africano ou asiático, rico ou pobre) só tem valor se trabalharmos sobre nós mesmos, se despertarmos a consciência. Caso contrário, uma vida será somente mais um ciclo da existência, um pagar karmas e receber darmas na Roda de Samsara (nascimentos e mortes). A Futura Idade de Ouro da Humanidade A Idade de Ouro deverá ser iniciada por pessoas auto-selecionadas (que trabalharam e trabalham intensamente sobre si mesmas), após as purificações planetárias que são necessárias devido à flagrante e crescente degeneração da humanidade, conforme abordamos em artigos anteriores.Para abordarmos algumas características …

Ufologia Gnóstica: nossos irmãos do Cosmos e os Contatos Extraterrestres

Ufologia Gnóstica: nossos irmãos do Cosmos e os Contatos Extraterrestres Nesta série de cinco artigos, estamos analisando o Futuro da Humanidade.Em nosso primeiro artigo abordamos O Estágio Atual da Humanidade, no segundo escrito analisamos a Ciência da Futurologia e as Fontes Proféticas, com o que elas nos reservam.Agora neste artigo 3 perscrutaremos os irmãos do Cosmos: será que realmente estamos sós no universo ? Se há humanos em outros planetas, como serão e que tipo de intercâmbio poderá ser feito ?Continuando nossa série de artigos, os próximos escritos abordarão, na sequência, (4) Como Será a Futura Idade de Ouro e finalizaremos com o artigo (5) A Conexão com o Logos Solar.Nossa abordagem se harmonizará num tripé composto definições claras e não mistificadas, relatos sérios de pessoas contactadas por seres do cosmos, motivação para que estudemos e pratiquemos a Ufognose. O QUE É A UFOGNOSEAo lado das profecias e das previsões futurológicas, os fenômenos ligados a civilizações extraplanetárias são também muito explorados pela mídia, por mistificadores, por pseudo-cientistas, por séries de televisão e até pelos filmes de Hollywood. Este assunto vende muito, por isso atrai aproveitadores.Novamente nos basearemos na Gnose para abordar aqui este tema, uma vez que a intervenção de civilizações mais avançadas do cosmos é uma das ferramentas que a Divindade pode utilizar para corrigir os rumos na Terra e, principalmente, porque Samael Aun Weor empreendeu profundos estudos sobre o assunto. Aliás, Samael foi um dos pioneiros a abordar este tema em vários de seus livros, desde a década de 1940.Nossa cultura ocidental sempre afastou a ideia de vida inteligente fora da Terra, pois se formou a partir de conceitos geocêntricos (a Terra é o centro do Universo) e antropocêntricos equivocados ditados pela igreja romana nos últimos 1700 anos. “O homem é a criação perfeita de Deus e a vida somente existe na Terra”, reza o equivocado dogma medieval.Poderemos ampliar nosso entendimento com alguns dados que apontam ser estatisticamente impossível haver vida somente no nosso planeta, veja só: num Universo com (até agora estimadas) 200 bilhões de galáxias, cada uma com uma média de 250 bilhões de sóis ou estrelas, a maioria deles com planetas e muitos em condições de desenvolver/abrigar/manter vida (com atmosfera e água líquida), os astrofísicos já estimam em dezenas de milhões de planetas que podem abrigar vida, somente na Via Láctea (quem quiser estudar mais, pesquise a Equação de Drake com parâmetros atualizados). Esta é uma madura e coerente estimativa estatística.Nessa mesma linha, a NASA lançou em 2018 o satélite Tess, somente para buscar planetas com condições de vida fora do sistema solar – muitos já foram encontrados.Além disso, o famoso telescópio orbital Kepler revelou, em 2020, que mundos potencialmente habitáveis são comuns. Pode haver até 300 milhões de mundos semelhantes à Terra na Via Láctea, definidos como planetas rochosos em órbitas temperadas em torno de estrelas semelhantes ao Sol. Esse número aumenta se mundos orbitando estrelas não semelhantes ao Sol forem incluídos, e fica ainda maior se o conceito de “mundo” for ampliado para incluir luas (satélites) além de planetas.E as agências espaciais americana, europeia e canadense não pararam por aí: lançaram em dezembro de 2021 o telescópio orbital James Webb, com equipamentos de precisão para detecção de radiação infravermelha e tendo como um de seus objetivos detectar planetas habitáveis – já encontrou vários exoplanetas com água líquida e atmosfera – condições essenciais para haver vida com base em carbono, como a nossa.Não esqueçamos também que tanto a Agência Espacial Russa quanto a Chinesa igualmente investem na mesma busca, mas geralmente com pouca publicidade.Portanto, a existência de vida física fora da Terra tem pelo menos quatro bases sólidas: (I)      Os relatos riquíssimos e embasados de Samael Aun Weor e de outros autores sérios;(II)     A ciência das probabilidades;(III)    O interesse da NASA e de várias outras agências espaciais; e(IV)    Em praticamente todas as tradições e também nos livros sagrados há descrições de seres vindos do céu (tanto físicos quanto espirituais) e de aparatos/naves/carruagens que aterrissam em nosso planeta. Não vamos nos deter neste ponto, visto que há muitos programas de televisão (alguns até exagerados) que tratam desse assunto. Um gnóstico deve se informar, separando a informação útil da tendenciosa. Quando estudamos a Gnose de Samael Aun Weor e mesmo a Teosofia de Helena Blavatsky, abordamos a Cosmologia e a Antropologia Gnósticas. Estes estudos indicam que há vida em todo o cosmos, tanto no plano físico quanto em dimensões sutis, em diferentes escalas e reinos dentro das Cadeias Planetárias e Esquemas Evolutivos.Portanto, do ponto de vista gnóstico, essas quatro disciplinas estão profundamente interligadas: Cosmologia, Antropologia, Ufognose e Iniciação (Evolução da Alma). ALGUNS RELATOS DE CONTATOS COM SERES EXTRATERRESTRESAlém de Samael, há centenas de outros relatos sérios e muito consistentes sobre discos voadores e contatos com os irmãos do cosmos. Vejamos alguns deles, para abrir o apetite dos leitores que quiserem se aprofundar em suas próprias pesquisas.JÚPITER: no ano de 1953 um brasileiro, Dino Kraspedon, publicou sua experiência com o comandante de uma nave de Ganimedes (um dos satélites de Júpiter). Este relato foi reconhecido como de alto valor científico pela Academia de Ciências da URSS (antiga União Soviética) e pela Academia de Ciências da Câmara de Lords do Reino Unido. Ambas as entidades científicas publicaram o livro de Kraspedon “Contado com os Discos Voadores”, em russo e em inglês. Em seu livro e entrevistas, Dino testemunha relatos do jupiteriano sobre como é utilizada energia natural (éter) para movimentação dos discos voadores, como as atitudes da humanidade estão prejudicando a Terra, com abusos e agressões à natureza e às leis divinas (e note, querido leitor, isso em 1953, muito antes do atualíssimo aquecimento global). Mais algumas frases do comandante jupiteriano, para a sua reflexão: “Do lado de cá (habitantes conscientes do Cosmos), só vale uma coisa: o bem que se fizer ao próximo”, “A nação que fizer um disco voador vai querer dominar o mundo, então, fale pouco sobre como voa uma nave espacial e este pouco, fale para os brasileiros, que ainda são um povo …

Futurologia Científica e Profecias Sérias: o que elas nos reservam

Futurologia Científica e Profecias Sérias: o que elas nos reservam Nesta série de cinco artigos, estamos analisando o Futuro da Humanidade.Em nosso primeiro artigo abordamos O Estágio Atual da Humanidade.No presente texto (artigo 2) estudaremos a Ciência da Futurologia, as Fontes Proféticas e o que elas nos reservam.Continuando nossa série, os próximos escritos abordarão (3) Ufologia Gnóstica: a Terceira Via dos Contatos Extraterrestres, na sequência (4) Como Será a Futura Idade de Ouro e finalizaremos com o artigo (5) A Conexão com o Logos Solar.Nossa abordagem se harmonizará num tripé composto primeiro de informações reais (constatações científicas e dados das tradições, como veremos neste artigo). Segundo, pela análise não apocalíptica e não sectária (nada do tipo “o mundo vai acabar” e “a Gnose é a única salvação”). Nosso terceiro apoio: uma visão de futuro otimista, pois temos um mundo para transformar e melhorar, começando por nós mesmos. FUTUROLOGIA – UMA CIÊNCIA MUITO ATUAL A Futurologia não é algo místico ou revelado por tradições, mas sim uma ciência baseada em observações, estatísticas e tendências calculadas matematicamente. Como toda ciência de tendências, na Futurologia são previstas ocorrências futuras com base no cálculo da probabilidade que um fenômeno futuro ocorra seguindo (a) os comportamentos históricos, (b) a conformação atual de alguns parâmetros do fenômeno e (c) no caminho (viés) que o fenômeno tende a ocorrer.Os objetivos específicos da Futurologia são variados, podendo ter como focos a degradação ambiental iminente, as mudanças nas relações sociais ou o desenvolvimento das organizações frente às mudanças tecnológicas. Ela engloba vários ramos das ciências sociais, exatas e biológicas, a depender do objetivo.Com isso, muitas novas terminologias para a Futurologia têm sido utilizadas recentemente, como “futurismo”, “futurismo metodológico”, “cenários prospectivos”, “previsão estratégica”, “cenários futuros” e outros mais. Ela é muito utilizada por governos e empresas, antevendo por exemplo o perfil da população daqui a 30 anos, os padrões de renda e consumo nos próximos anos, as desigualdades sociais etc.Um dos mais atuais exemplos da ciência futurológica é o alerta climático global, concretizado no Acordo de Paris em 2015, onde ficou clara a necessidade de reduzirmos as emissões de gases de efeito estufa para limitar o aumento médio de temperatura planetária a 2ºC, quando comparado a níveis pré-industriais. Como exemplo da eficácia dessa ciência futurológica climática, temos vivenciado no mundo todo intensas e inéditas variações de clima, gerando secas severas e tempestades torrenciais, furacões, incêndios e nevascas terríveis, com enormes perdas humanas, patrimoniais e de produção.Em nossos estudos gnósticos consideramos a Futurologia Científica como importante fonte, utilizando muitos saberes da Geologia, da Climatologia, da Ecologia, da Cosmologia, da Genética, da Antropologia, da Sociologia, da Mitologia e vários outros. Todas elas trazem importantes registros do passado e de tendências que nos ajudam a olhar para frente e a antever a probabilidade de acontecimentos futuros. PROFECIAS – O QUE AS TRADIÇÕES PREVIRAM Como a Gnose é ciência e também espiritualidade (religião), além da Futurologia Científica nos valeremos dos livros sagrados e das tradições religiosas de muitos povos, naqueles estudos que formam a chamada Escatologia.A Escatologia é uma parte da teologia e da filosofia que trata dos últimos eventos na história do mundo ou do destino final do gênero humano, comumente denominado como fim do mundo.Em muitas civilizações, o fim do mundo é um evento futuro profetizado em textos sagrados, em mitos ou em tradições e folclores.Claro que muitas religiões usam a escatologia no sentido de profecias apocalípticas, para colocar medo em seus fiéis e aprisioná-los com sua “doutrina de salvação”.Entretanto, dentro do leque escatológico mais filosófico, aquele que busca vislumbrar o destino das essências humanas, devemos considerar as chamadas Profecias, ou seja, aquelas previsões feitas por mulheres e homens abalizados pelas tradições como confiáveis, por seu alto valor ético e espiritual.Para ilustrar o poder das profecias sérias de nos indicar as tendências da humanidade, veremos rapidamente a seguir, em poucas e essenciais linhas, algumas dessas profecias de fontes consistentes.Melquisedeque: em seu famoso livro de 1924, “Bestas, Homens e Deuses”, o Dr. Ferdinand Ossendowski, um ilustre viajante, homem da ciência e escritor, narra as seguintes profecias reveladas em 1890 na região do Tibete/Mongólia por Melquisedeque, o Rei do Mundo, a Divindade Planetária da Terra, as quais ressaltam a crescente falta de espiritualidade no ser humano: “Cada dia mais os homens se esquecerão de suas almas e se ocuparão de seus corpos (…).  Haverá uma guerra terrível entre todos os povos (…). A fome, a doença, os crimes desconhecidos pelas leis (…). O vício, o crime, a destruição dos corpos e das almas imperarão sem freios. As famílias se dispersarão (…). Então surgirá um povo até agora desconhecido que, com punho forte, arrancará as más ervas da loucura e do vício e conduzirá os que permaneceram fiéis ao espírito do homem, à batalha contra o mal. Fundarão uma nova vida na Terra purificada pela morte das nações (…)”.Jesus: no Evangelho de São Mateus vemos as profecias de Jesus, ressaltando que não há ano exato definido para um possível fim dos tempos: “E imediatamente após a tribulação daqueles dias, o Sol escurecerá e a Lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e os poderes do céu serão abalados (…). Mas ninguém sabe o dia e a hora, nem mesmo os anjos do céu, somente meu Pai (…). Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora virá o vosso Senhor…”.São João Evangelista: o apóstolo mais jovem do Cristo, além de suas previsões muito conhecidas no livro do Apocalipse, assim se expressa num apócrifo, fazendo uma incrível descrição dos nossos dias atuais: “Quando os pássaros de aço puserem ovos de fogo; quando os homens dominarem o ar e atravessarem o fundo do mar (…); quando os homens estiverem divididos em nome de Cristo; quando a fome, a sede, a miséria, as doenças e os cemitérios substituírem as populações das cidades. Quando os irmãos de sangue se matarem e as criaturas adorarem a besta… Então terá chegado a hora”. Para os gnósticos, a “besta” não é uma criatura única, externa e isolada; …

Os Chacras e nossa Saúde Física, Psicológica e Social

Os Chacras e nossa Saúde Física, Psicológica e Social Os chacras ou centros de energia do ser humano são famosos entre os místicos, espiritualistas e terapeutas, pois esses vórtices correspondem a verdadeiras interfaces com o meio ambiente, recebendo, transformando e emitindo energias.Por terem seu assento em importantes funcionalismos fisiológicos (órgãos e glândulas), os chacras também fazem parte de nosso sistema de absorção, digestão e excreção de energias físicas e sutis.Existem muitos livros sobre os chacras, a maioria deles originados na sabedoria Védica-Yogue-Hindu, na Escola Teosófica e no Gnosticismo de Samael Aun Weor.Apesar de muitas obras citarem os chacras por sua simbologia mística, suas capacidades metafísicas ou seu aspecto (cor, tamanho, sentido de giro), poucos autores expõem os chacras como meios de diagnóstico e de tratamento de distúrbios físicos, psicológicos e sociais.O objetivo desse artigo é abordar de modo focado essa lacuna na literatura.Por saúde entendemos um estado de bem-estar e disposição ativa em relação a si mesmo e ao meio ambiente, aí incluídos todos os seres à nossa volta. Este estado de bem-estar advém de um equilíbrio dinâmico entre nutrir-se, digerir, produzir energias (atividades) e excretar (eliminar o que não é necessário), além, claro, de se relacionar com o meio ambiente em que vivemos.Em 2019 a Organização Mundial de Saúde relacionou as doenças que mais causam mortes no mundo e, pasme querido leitor, elas estão diretamente ligadas a distúrbios nos chacras. Veja a relação em ordem crescente de número de mortes: Cardiopatia Isquêmica (chacra cardíaco), Acidente Vascular Cerebral (chacras frontal e occipital), Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (chacras pulmonares), Infecção das vias respiratórias inferiores (chacras laríngeo e cardíaco), Alzheimer e outras demências (chacras da cabeça), Diabetes Melitus (chacra umbilical). E esta lista poderia se estender bastante.Dentre os Distúrbios Mentais, as doenças com maior incidência são a Depressão e a Ansiedade, que correspondem a mais de 55% do total. Essas duas anomalias psíquicas são diretamente influenciadas por desarmonias nos chacras coronário, frontal e cardíaco.Na Gnose moderna consideramos a saúde em 4 grandes vetores: físico, psicológico, social (ambiental) e espiritual.Assim, ao discorrermos a seguir sobre cada um dos 7 principais chacras, o faremos sob essas 4 visões, pois uma pessoa pode ser saudável fisicamente (ter um corpo bonito, produtivo e equilibrado), mas ser doente em termos sociais (se isolar do mundo, por exemplo).Neste artigo não abordaremos as terapias relacionadas aos chacras, mas nosso leitor poderá pesquisar como é possível reequilibrá-los com o uso de Cromoterapia (aplicação de luzes), Gemoterapia (aplicação de cristais), Aromaterapia (uso de óleos essenciais), Mantraterapia (sons sagrados para os chacras), Musicoterapia (músicas especiais para os chacras) e outros métodos, muitos deles ensinados nas escolas gnósticas como as Associações Gnósticas de Fortaleza e de Brasília. Nossos sites possuem artigos específicos sobre essas formas de harmonização dos chacras. Com poucos cliques você terá acesso a vários materiais sobre essas formas de restabelecimento da saúde dos chacras.Existe ainda um trabalho mais profundo com os Chacras, mediante a Iniciação Gnóstica, o Despertar e Desenvolver de Kundalini e o Tantrismo Luminoso Gnóstico (Magia Sexual), que também são abordados em nossos artigos e cursos.Veja como o mestre gnóstico contemporâneo Samael Aun Weor ilumina este assunto em seu livro O Matrimônio Perfeito, de forma maravilhosa e sintética: “As sete glândulas mais importantes do organismo humano constituem os sete laboratórios controlados pela lei do triângulo. Cada uma das glândulas tem seu expoente em um chakra do organismo. (…)As sete Igrejas entram em intensa atividade com a subida de Kundalini ao longo do canal medular. (…)Kundalini mora nos elétrons; os sábios meditam Nela, os devotos A adoram e, nos lares onde reina o Matrimônio Perfeito, trabalha-se com Ela de forma prática. (…)Todo aquele que pratica Magia Sexual abre as Sete Igrejas (chacras).” Os chacras são, portanto, um importante elemento para o reequilíbrio físico, psicológico e social nas pessoas com distúrbios nessas áreas. A saúde dos chacras atua em conjunto com outras técnicas médicas oficiais ou complementares. Esquecer dos chacras é deixar de usar um importante elemento na saúde integral do ser humano.E aqui vale o lembrete: uma doença pode ser originada no plano físico e ecoar (se estender) para os planos psicológico, social e espiritual; e vice-versa: um distúrbio social (rejeição, por exemplo) pode somatizar um problema físico no sistema orgânico relacionado ao chacra. 1. CHACRA COCCÍGEO OU BÁSICO – MULADHARA: VENÇA O MEDO Este chacra está radicado na região do períneo (entre o ânus e os órgãos genitais), relacionando-se ao elemento TERRA. Ele emite um vórtice sutil de cor rubi.Em termos físicos, o chacra coccígeo é essencial nos processos de excreção (suor, urina, fezes) e para os minerais do corpo, principalmente nos sistemas ósseo e sanguíneo. Disfunções intestinais, incontinência urinária, osteopatias (coluna vertebral principalmente) têm relação direta com desequilíbrios de Muladhara.Nos aspectos psicológicos, desarmonias em Muladhara provocam preguiça, impaciência, inconstância e improdutividade. Pessoas que não digerem bem as mágoas também costumam ter desequilíbrios no chacra da base da coluna. O medo é um comportamento ligado ao chacra coccígeo desarmonizado.Socialmente, o chacra Muladhara reverbera nossas relações mais antigas, ligadas à família e à ancestralidade. Também se relaciona ao patrimônio material, como imóveis e outros bens. Problemas de herança, usufruto de patrimônio, divisão de rendas patrimoniais têm relação direta com doenças sociais ligadas a Muladhara. O chacra básico se relaciona também com o trabalho, com as atividades para sobrevivência, com o prazer e constância ao ganhar o pão de cada dia. Pessoas frustradas profissionalmente fazem desequilibrar seu chacra coccígeo.Quanto ao Caminho Iniciático Gnóstico ou de Desenvolvimento Espiritual Voluntário e Ativo, o chacra básico é guardado pela divindade hindu Shakti Dakini, a deusa representada pela Bailarina Celeste da fluência harmônica da energia, não somente sexual (Kundalini), mas de todo impulso à iluminação e ao despertar da consciência. Muladhara portanto está relacionado ao aprisionamento (se há repressão) ou à liberdade responsável de nossa energia criadora, aquela que purifica e dá consciência divina a seus cultivadores.Pessoas céticas, dogmáticas e sem espiritualidade consciente normalmente têm Muladhara atrofiado. O mesmo vale para pessoas mal resolvidas sexualmente (reprimidas ou libertárias).Harmonize, desenvolva e nutra seu Muladhara …

O Estágio Atual da Humanidade

O Estágio Atual da Humanidade Nesta série de cinco artigos, analisaremos o Futuro da Humanidade, começando com o presente texto (1 – O Estágio Atual da Humanidade), o qual será seguido por (2) Futurologia e Profecias: o que elas nos reservam, depois por (3) Ufologia Gnóstica: a Terceira Via dos Contatos Extraterrestres, na sequência (4) Como Será a Futura Idade de Ouro e finalizaremos com o artigo (5) A Conexão com o Logos Solar.Nossa abordagem se harmonizará num tripé composto primeiro de informações reais (constatações científicas e dados das tradições). Segundo, pela análise não apocalíptica e não sectária (nada do tipo “o mundo vai acabar” e “a Gnose é a única salvação”). Nosso terceiro apoio: uma visão de futuro otimista, pois temos um mundo para transformar e melhorar, começando por nós mesmos. As tradições que estudam a Cosmologia e a Antropologia apontam que esta nossa civilização é apenas uma das 5 raças-raízes que já povoaram o planeta.Começamos nos planos sutis há bilhões de anos com as raças Polar, Hiperbórea, Lemuriana, Atlante e agora a nossa, chamada de Ariana.Essas raças na realidade são grandes períodos civilizatórios humanos, sempre em transição, os quais fazem parte de uma espiral de vida e de emanação divina ainda maiores. Esta espiral envolve etapas evolutivas da Divindade da Terra que os hebreus chamam de Melquisedeque. Dentre essas semeaduras da Gaia Grega ou Pacha-Mama Andina, esta nossa 5ª Raça-Raiz (Ariana) está atualmente em sua 6ª Sub-Raça raiz, que é a nossa atual em formação chamada de sub-raça Americana. Esta 6ª sub-raça em formação foi precedida pelas civilizações ou sub-raças Hindu, Árabe, Persa, Celta e Teutônica.Ou seja, fazemos parte de um plano divino de evolução humana que se vale de grandes “semeaduras” e “colheitas” de humanidades que chamamos de raças humanas.Este é um processo cíclico e gerido de perto por inteligências divinas e um verdadeiro Conselho de Sábios que chamamos de Grande Fraternidade Luminosa ou de Governo Oculto do Mundo.A Natureza não é mecânica ou implacável: ela é gerida por seres muito evoluídos e sábios, que nós humanos chamamos de Deuses.Feito este preâmbulo para nos situarmos, podemos afirmar com segurança, serenidade e sem manipulações apocalípticas, alarmismos ou ilusões: hoje nossa civilização está em acelerada decrepitude em todos os valores humanos, em todas as esferas, seja no campo espiritual, religioso, psicológico, familiar, social, educacional, laboral etc.Como um todo, a humanidade está em degeneração, em involução crescente, e a tecnologia, ao invés de trabalhar pela alma e pelo bem-estar de todos, acaba escravizando as pessoas, fazendo-as produzir e consumir sem freios e tornando-as doentes.Basta lembramos que, segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde, 40% da população mundial tem algum distúrbio psíquico (stress, depressão, ansiedade, síndrome do pânico, distúrbios do sono etc.), que traz algum desconforto ou infelicidade e que impede as pessoas de viverem saudáveis e felizes. Pasme, querido estudante, estamos falando de mais de 3 bilhões de doentes no planeta, quase a metade das pessoas !Se alguém duvida disso, basta olhar para nossa sociedade: todos trabalham como loucos para ganhar um pouco de conforto e prazeres sensoriais ilusórios, ficando doentes física e psicologicamente e exaurindo os recursos naturais do planeta. Dão os melhores anos de sua vida para guardar dinheiro ou gozar torpemente a vida. E quando vão se aposentar estão doentes e cheios de manias, traumas e apegos. Muitos até nem suportam convivência humana.A ambição, a competição e o consumismo são a tônica dessa era, num sistema produtivo que busca criar ilusões de consumo e enriquecer 5% da população, enquanto outros 50% são pobres – são miseráveis sem comida, sem teto, sem saúde, sem educação, sem perspectivas. Esses são dados do Banco Mundial.Recordemos que esta nossa civilização judaico-cristã-ocidental (e também a oriental polarizada na China e na Índia que passaram por grandes convulsões sociais no início do século XX) é filha da Era de Peixes, que findou em 1962 e que carreou por mais de dois mil anos o obscurantismo da igreja, a competição por dinheiro e a falta de solidariedade.Agora teremos 2152 anos de evolução na Era de Aquário, onde a tecnologia consciente, a espiritualidade e a cooperação reinarão, prometendo um mundo muito melhor.Entretanto, antes que Aquário reluza com toda sua força (estamos a apenas 2% de seu início), muitas transições e mudanças deverão ocorrer, como num parto onde há muita dor e sangue.O mestre gnóstico contemporâneo Samael Aun Weor coloca para o ano 2.500 o auge da nova Era de Ouro da humanidade. Ou seja, temos muito chão pela frente !Mas, voltando aos nossos dias atuais no alvorecer aquariano e com grandes transições, vivemos hoje uma verdadeira loucura, uma espiral suicida de ilusão coletiva: trabalhamos como loucos, curtimos os prazeres como inconsequentes, matamos o planeta, distribuímos mal a renda, construímos uma maioria de pessoas desassistidas que não tem onde se abrigar e nem o que comer, para que cultivemos o consumismo, o luxo, dezenas de roupas, celulares com recursos que não usamos, carros novos e de alta tecnologia, comida gourmet em excesso, viagens para se expor nas redes sociais. O marketing atual vende desejos ilusórios, travestindo-os de necessidades modernas e disfarçando-os como cultivo do status social.O fato: esquecemos de nossas almas, deixamos de cultivar o espírito, nem sabemos mais o que é solidariedade e compaixão, não temos consciência de que somos apenas células do organismo planetário e vivemos como se não houvesse consequência, como se a Divindade não fosse tomar providências frente a esta loucura coletiva.Continuamos nossa vida consumista e inconsciente como se a natureza do planeta não fosse reagir, como se ela fosse ficar inerte em preservar sua habitabilidade, a qual é muito mais valiosa e importante que qualquer raça humana.O planeta Terra é uma joia no Cosmos: aqui, onde há condições maravilhosas de vida física, biológica, com água líquida, atmosfera com temperatura amena, minerais em abundância; temos até uma magnetosfera de proteção contra raios cósmicos mortais. O planeta Terra é um verdadeiro paraíso admirado até por nossos irmãos do cosmos, os extraterrestres, assunto que trataremos num artigo próximo dessa série.Pois bem, caro …

Inteligência Artificial (IA) e a Consciência

Inteligência Artificial (IA) e a Consciência Um dos principais temas em voga em nossos tempos atuais é o da Inteligência Artificial (IA), onde podemos perceber que a cada dia os estudos com esta tecnologia avançam de forma bastante acelerada, e vemos sua aplicação se expandir para cada vez mais áreas de atuação, muitas destas antes exclusivamente exercidas por seres humanos. Os profissionais de tecnologia da informação em especial podem evidenciar isso.Mas o que é uma IA? Vejamos a resposta fornecida por uma IA (Google Bard): “A inteligência artificial (IA) é um campo da ciência da computação que se concentra no desenvolvimento de agentes inteligentes, que são sistemas que podem perceber seu ambiente e tomar ações que maximizem suas chances de sucesso. A IA pode ser usada para automatizar tarefas, tomar decisões, resolver problemas e criar novas ideias.” Uma IA é quase autoexplicativa, é uma “Inteligência” artificial (criada pelo ser humano) que varia de propósito e é capaz de realizar diversas tarefas antes só possíveis ao ser humano, e até “superar” a capacidade humana em vários aspectos. Sem dúvidas é cada vez mais uma poderosa ferramenta e como tal, é neutra e pode ser bem ou mal aplicada. Na velocidade atual de desenvolvimento das diversas IAs, não está distante o dia em que ao interagirmos seja por chat ou áudio/vídeo chamada com uma IA será praticamente impossível distinguir (dado o estado mecânico e inconsciente de nossa humanidade) uma IA de um ser humano, em verdade podemos dizer que praticamente já chegamos a isso, os algoritmos (os códigos com instruções que são a espinha dorsal de qualquer software/programa de computador) atuais já conseguem imitar o tom da voz de uma determinada pessoa, utilizar sua imagem para criar uma foto fictícia e até uma animação (vídeo), tudo isso já vemos com o chamado “Deepfake”. Hoje ainda temos as IAs especializadas em certos ramos do conhecimento (tradução, reconhecimento facial, previsão estatística etc.), em breve teremos IAs capazes de unificar todos esses ramos de forma competente e nesse ponto, como poderemos distinguir, em uma interação remota (está cada vez mais se tornando a forma padrão como as pessoas interagem), uma pessoa de uma IA? Você, caro leitor, está seguro de que poderá? Claro que uma IA tentando se passar por alguém que conhecemos bem e a muito tempo, terá dificuldades, e nem todas as pessoas seriam “enganadas”, mas imagine uma pessoa desconhecida sendo interpretada pela IA, com voz e aparência humanas, com temperamento, opiniões e gostos definidos, ou seja, algo semelhante a uma personalidade humana, e então? A constatação é de que a grande maioria das pessoas não fariam distinção, dado tamanho afastamento das pessoas em geral de suas Consciências (umas das partes do Ser de cada um), ignorando tudo aquilo que está mais além das percepções provenientes do empirismo dos cinco sentidos ordinários, ignorando ainda que temos outros valores internos latentes, impossibilitados de se expressar por conta de nossa demasiada materialidade e densidade, características que em psicologia gnóstica atribuímos ao estado de inconsciência, que é causado pela presença e atuação do Ego. Este é basicamente o estado que em média se encontram as pessoas em nossa civilização, todo aquele que começa a buscar o autoconhecimento verdadeiro e profundo não tarda a constatar essa realidade em si mesmo. A Psicologia Gnóstica reformulada por Samael Aun Weor no século 20, nos ensina a conhecermos a nós mesmos profundamente, e através de suas práticas podemos ter experiência direta daquilo que está além da percepção meramente empírica, daquilo que temos de perene, o que verdadeiramente somos e que nos faz humanos. Sem a capacidade de reconhecer a nossa própria Consciência e as diversas outras partes de nosso real Ser interno. Como poderíamos então reconhecer estes valores nas outras pessoas, e saber em uma interação remota que se trata de outra pessoa e não uma IA?A nossa Consciência como parte de nosso Ser, um dia emanado pelo próprio Deus (O Logos Solar) como Chispa Divina, tem e expressa suas virtudes/capacidades, entre elas o discernimento e a compreensão das Leis que regem a natureza e suas criaturas, tornando impossível uma máquina (IA) se passar por um ser humano aos seus olhos, pois pode ver além do limitado empirismo, com suas percepções extra sensoriais.Para os que trabalham com a psicologia gnóstica existe um antigo ensinamento que sintetiza bem o que estamos dizendo, ele está contido na frase encontrada na entrada do Oráculo de Delfos que diz “Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os Deuses”. A atuação de nossa Consciência e suas virtudes é que nos possibilita distinguir, discernir, compreender, ponderar, saber, conhecer diretamente etc., mas por conta do Ego, ela mal se expressa, porém felizmente a Consciência pode ser despertada e desenvolvida através das diversas práticas e técnicas da Psicologia Gnóstica, onde aprendemos a eliminar de nossa psique os defeitos psicológicos sintetizados nos Sete Pecados Capitais, que são a expressão do Ego. A saber, o trabalho com a eliminação do Ego é o primeiro dos três fatores de revolução da consciência da doutrina iniciática gnóstica, o “morrer em si mesmo”, o segundo é o “nascer alquimicamente” e o terceiro o  “serviço desinteressado pela humanidade”.Os três fatores de revolução da consciência são a síntese do trabalho esotérico gnóstico, ou também chamado de Iniciação. Caro leitor, não precisamos temer a IA e sim buscarmos o despertar da Consciência para termos condições e discernimento para bem utilizar essa formidável ferramenta tecnológica que se apresenta diante de nossa civilização. Frederico Alencar, profissional de TI e instrutor gnóstico

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