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30 out 2017

Mantras – A Arte do Religare

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MANTRAS – A ARTE DO “RELIGARE”

Os Mantras ou Palavras de Poder, como vivos expoentes da criação verbal permitida aos seres humanos, são utilizados há milênios por todas as culturas para invocar Deus, para curar, para proteger, para despertar potencialidades adormecidas.

Longe de serem recitações hindus supersticiosas e sem sentido, os Mantras são palavras da Linguagem de Ouro, do Verbo Criador, falado pelos iluminados seres de perfeição.

O sábio praticante dos mantras não os vêem apenas como fórmulas devocionais e religiosas, mas sim como uma ferramenta de desenvolvimento interno com fundamentos científicos baseados na Lei da Ressonância Universal.

A física atual tem por limite de entendimento a matéria e a energia dos fenômenos naturais. Galileu, Newton e Kepler definiram as realidades e leis materiais da física; Einstein as entendeu como transformação matéria-energia. Samael Aun Weor – Mestre Gnóstico do século XX, juntamente com outros iluminados sábios, completa a explicação das leis naturais introduzindo um terceiro componente: a presença de uma inteligência consciente nos fenômenos e esta inteligência pode ser ativada, trabalhada e até desenvolvida com a ajuda dos mantras.

Resta portanto, à nova física, calcada em ferramentas construídas a partir de capacidades latentes do ser humano; chegar à conclusão de que o universo é regido por leis que englobam, além da matéria e energia, também a consciência ou inteligência divina que habita e rege cada elétron, átomo ou estrela.

Mergulhados neste imenso universo vibrante, estamos a todo instante sujeitos a uma grande quantidade de energias, sejam elas visíveis ou invisíveis, audíveis ou não, perceptíveis pelos sentidos ou incapazes de nos causar impressões sensoriais.

O fato é que os seres humanos, assim como os demais seres vivos, absorvem, transformam e reagem às energias que os atingem; e o pior de tudo é que, na maioria das vezes, de forma inconsciente. Assim, por mais que não queiramos nos inteirar desses assuntos, somos influenciados e até regidos por estas energias (vibrações). Muito melhor seria nos tornarmos conscientes destas energias e utilizá-las a nosso favor.

Pela mesma lei de ressonância que faz o cálice de cristal ser estilhaçado pelo diapasão, ou que pode provocar a queda da ponte mediante a marcha rítmica da tropa, as irradiações energéticas podem ser construtivas, indiferentes ou destrutivas. Podemos dizer que o tipo e a intensidade da reação dependerão das condições ressonantes (equilibrantes ou dissonantes) do ser vivo atingido. Será que estamos vibrando bem com o Cosmos e com o Planeta? Estamos em ressonância ou dissonância com as energias da Era de Aquário? E nossa própria energia, como está? Estamos atraindo, por ressonância, coisas boas ou ruins para nossa vida?

Realmente a Lei da Ressonância, na qual o semelhante, além de atrair, faz vibrar o semelhante, era muito bem conhecida e sabiamente usada por sacerdotes e sacerdotisas. Em seu livro intitulado “Heptaparaparshinock- O Mistério da Música”, Samael Aun Weor conta a fascinante história de um sábio ermitão da Ásia, mestre da ciência das vibrações, que é capaz de fazer murchar imediatamente as vivas flores de um vaso, apenas tocando uma certa melodia no piano. Outra proeza do mesmo ancião é a de fazer aparecer furúnculos em determinada parte do corpo humano fazendo soar outra melodia no piano. E pensar que muitos desses sábios desconhecem a física molecular, medicina dermatológica, etc.

Todos esses exemplos nos indicam que os verdadeiros magos e sábios do som, em todos os tempos, conheceram a estrutura visível e invisível da matéria, a fisiologia e a ultrafisiologia humana, bem como métodos para com elas operar à vontade. Para os leigos e profanos estas benéficas influências são apenas mensagens subliminares percebidas somente pelo inconsciente.

Já foi comprovado pela ciência que as vibrações influenciam a matéria e o som (mantras) podem além de alterar a matéria e energia, pode também trabalhar a inteligência das coisas.

Segundo a psicoacústica, ciência que investiga de que maneira o som influencia o ser humano, muitas pessoas sofrem uma carência de sons da natureza. Básicos para o equilíbrio do ser humano desde que o mundo é mundo, os sons naturais não são mais ouvidos por quem vive nas cidades. E isso gera uma necessidade, uma “saudade” subconsciente. Não é à toa que mais e mais pessoas procuram os retiros religiosos, as férias junto à natureza e longe da agitação humana e, mais, por isso o grande sucesso das composições com sons e músicas da natureza.

A bendita Mãe-Natureza oficia em seu templo (o Planeta Terra) cantando delicadamente. Aos filhos que sabem ouvir a Voz da Mãe, Ela lhes abre o livro de seus mistérios. Os sons da natureza dão ao sábio as mais belas e profundas cátedras da harmonia universal.

O verdadeiro místico é capaz de vibrar vivamente com o murmúrio do riacho, ou extasiar-se com o vento tocando as aveludadas folhas da árvore, ou, ainda, a todos espargir amor com seu verbo otimista e criador.

Da mescla perfeita dos sons da natureza com o verbo disciplinado do homem, surge a chave mântrica capaz de nos unir a Deus, ao Verbo, ao Exército da Voz.

Os mantras são ferramentas fundamentais para que possamos trabalhar estas vibrações em nós mesmos, para nos harmonizar com tudo e com todos; com os mantras podemos despertar e desenvolver capacidades e sentidos de nossa ultrafisiologia, para que possamos perceber aquilo que está além dos cinco sentidos físicos. Os mantras fazem parte da sagrada ciência das vibrações e podemos utilizá-los para nos conectar com as esferas superiores de nosso próprio Ser, desenvolvendo a arte do Verbo Divino.

Em 25 de novembro, a Associação Gnóstica de Brasília, realizará o Workshop de Mantras. Venha estudar a sagrada ciência das vibrações e aprender técnicas mântricas de cura, de projeção astral, de defesa psíquica, mantras mágicos, energéticos, etc., para que assim, possamos viver em harmonia com a natureza, com nós mesmo e com os outros.

 

Cleberson Richardes Corrêa é militar, instrutor e presidente da AGB.

Coautoria Sérgio Geraldo Linke, presidente da AGF