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29 jun 2017

Origem do Ego

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ORIGEM DO EGO

 

A antropologia Gnóstica reconhece a criação da humanidade há muitos milhões de anos atrás e que o ser humano um dia não teve defeito algum, erámos perfeitos.

A origem do ego remonta há mais de 18 milhões de anos, quando ainda estávamos na terceira raça-raiz, ou Lemuriana. Nesta época o Planeta Terra era bem diferente do qual conhecemos, a terra estava passando por uma instabilidade muito grande, terremotos constantes, supervulcões em constante erupção, maremotos, etc. Havia dificuldades ambientais para o abrigo de vida material (biológica) complexa. A Terra precisava de ajuda; foi quando chegaram o Anjo Loisos e o Arcanjo Sakaki com suas respectivas comitivas para solucionar o problema que a Terra estava passando.

A solução encontrada por estes seres divinos foi inserir um apêndice na constituição física da raça humana, ou seja, uma calda chamada órgão Kundartiguador. Esclarecendo um pouco mais, a raça humana é para o planeta Terra como as células são para nós, além disso, atuamos como antenas transformadoras dos raios cósmicos. As ondas provenientes do Macrocosmos (todos os sóis) chegam a nós, são transformadas em nosso organismo e repassamos inconscientemente à crosta terrestre, e estas energias alimentam e ajudam a manter o planeta em sua marcha evolutiva.

Quando nos foi inserido tal órgão, tanto a área de contado nossa com a Terra, como a própria qualidade energética transformada por nós, também foi modificada e isso foi suficiente para que a Terra se estabilizasse, ao longo dos milhares de anos. Nesse processo a Terra foi priorizada, pois sem ela não poderíamos existir. Quando falamos que a Terra foi priorizada, é porque no raio da criação o planeta Terra é mais importante que a própria humanidade e que fomos utilizados neste processo, assim como faríamos com nosso organismos se estivéssemos doentes; por exemplo: uma pessoa com câncer, faz quimioterapia e radioterapia para tentar acabar com aquele mal, porém neste processo acontece que muitas células morrem e muitas outras ficam com sequelas; o processo análogo ocorreu com o planeta, para que ele se “curasse” digamos assim, foi obrigado a sacrificar partes suas e como consequência o surgimento do ego.

O surgimento do ego não foi proposital, assim como no exemplo acima da pessoa cancerígena que não quer matar e nem prejudicar suas células boas, o anjo Loisos e o arcanjo Sakaki não queriam causar nenhum mal a nós, porém tinham que fazer alguma coisa e erraram em suas matemáticas transinfinitas, em seus cálculos sagrados. Quando o planeta já tinha se estabilizado o arcanjo Sakaki percebeu que o órgão Kundartiguador já tinha permanecido tempo demais em nossa constituição, mas aí, já era tarde; as energias projetadas por este órgão até os infernos atômicos do homem geraram em nossa constituição algo que não tínhamos, uma energia que se agregou a nós e passamos a ter uma segunda constituição interna, ou seja, a semente do que mais tarde seria o causador de todos os males, o ego retornante.

Para ilustrar o que acabamos de discorrer, segue abaixo um trecho do livro Quinto Evangelho do Grande Mestre Gnóstico Samael Aun Weor:

… No Amanhecer da Vida, além da época do antigo continente Mu, situado no Oceano Pacífico, os animais intelectuais receberam, desafortunadamente, o Abominável Órgão Kundartiguador. Falou-se muito da Kundalini, mas, quão pouco se falou de sua antítese, o Abominável Órgão Kundartiguador.

É claro que por aquela antiga idade, a capa geológica do mundo não tinha estabilidade permanente. Incessantes terremotos e terríveis maremotos convulsionavam nosso planeta, foi então quando certo indivíduo sagrado, acompanhado por uma altíssima comissão, veio à Terra em uma nave cósmica.

Depois de aquela comitiva sacra haver estudado o problema dos cataclismos, resolveu dar à Humanidade o antes dito Órgão, com o propósito de resolver o problema geológico.

Muito mais tarde no tempo, outra altíssima comissão resolveu arrancar da Humanidade o Abominável Órgão Kundartiguador. Já não era mais necessário; a capa fisiológica de nosso mundo havia se estabilizado.

Desafortunadamente, a Humanidade ao perder tal Órgão, ficaram em nós as más consequências do mesmo, e essas más consequências se acomodaram nos cinco cilindros da máquina orgânica.

Acumuladas as más consequências do Abominável Órgão Kundartiguador, dentro dos cinco cilindros da máquina, formou-se em nosso interior uma natureza inumana e terrivelmente bestial. As citadas consequências do Abominável Órgão Kundartiguador constituem-se no mim mesmo, no si mesmo, no Ego, no Eu.

 

Iniciamos neste mês de junho, às 3as feiras, 19h30, na Associação Gnóstica de Brasília o 33º Curso de Gnose, no qual serão ensinados, dentre outros temas, a psicologia gnóstica que trata de como estudar e eliminar nossos defeitos psicológicos (egos), traumas, medos, etc., e como sermos mais felizes equilibrando todos os aspectos de nossa vida.

 

Cleberson Richardes Corrêa é militar do exército, instrutor e presidente da AGB