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27 jul 2015

Magia Sexual: Muito Mais Saudável e Prazerosa que o Orgasmo

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MAGIA SEXUAL: MUITO MAIS SAUDÁVEL E PRAZEROSA QUE O ORGASMO

 

Para entendermos mais claramente o que diz a suprassexualidade sobre o “orgasmo”, temos que compará-lo, primeiro, à forma suprassexual do prazer tântrico, também chamada “alquimia sexual” – tema ensinado nas Escolas de Gnose orientadas pelos ensinamentos de Samael Aun Weor.

Praticando-se a alquimia sexual branca, ou Kriya Shakty dos lemurianos (3ª Raça-Raiz de nossa atual humanidade), as glândulas sexuais permanecem sempre ativas e a juventude eterna pode ser conquistada.

O grande segredo consiste em manter as glândulas sexuais ativas, sempre evitando a perda de hormônios e nutrientes para o sistema nervoso, através do derrame do licor seminal.

Os hormônios depositados nas gônadas se deslocam de vaso em vaso através dos cordões espermáticos até chegar à próstata, sendo que esta é considerada um importante laboratório alquímico que prepara os hormônios para penetrarem nas correntes linfática e sanguínea.

Com o aumento da temperatura dos órgãos reprodutores durante a cópula química, esses hormônios entram abundantemente nas circulações, realizando verdadeiros prodígios. Eles percorrem todo o sistema glandular estimulando-o intensamente. Ao penetrarem nas glândulas tireoides, paratireoide, timo, pineal, pituitária, suprarrenais etc., provocam uma revolução biológica fazendo com que esses micro-laboratórios produzam mais hormônios, num ciclo virtuoso que renova completamente as células sanguíneas.

Quando se estabelece dentro do organismo um processo de multiplicação de hormônios, pode-se criar um sistema de imunidade fisiológica fantástica que protege o corpo contra todo tipo de doenças.

Por outro lado, quando há um desperdício sistemático da energia sexual (estamos falando tanto no homem quanto na mulher, porém, na mulher se verifica somente a contra parte energética e no homem além da energética também o fluido físico), provocando uma redução drástica de hormônios no organismo, observa-se uma perda da capacidade imunológica, abrindo as portas para as enfermidades em geral.

O coito ordinário acompanhado de descarga seminal deve ser analisado, pois ele ocasiona a perda de apreciável quantidade de energia vital bem como de valiosos constituintes do sangue tais como lecitina, colesterina, fosfatos etc., que são de grande importância para as glândulas, tecidos nervosos, células cerebrais etc.

É preciso dissociar a ejaculação do prazer sexual. Está provado que tanto o orgasmo masculino quanto o feminino debilitam o sistema nervoso central e afetam todo o metabolismo, sendo o principal responsável pela perda da juventude e pelo envelhecimento precoce.

Milhões e milhões de dólares têm sido gastos em todas as partes do mundo em drogas e tratamentos de rejuvenescimento que somente adiam a inevitável decadência das células.

Os métodos tântricos de transmutação sexual possibilitam o acúmulo abundante de hormônios que atuam diretamente na causa do envelhecimento humano.

Há alguma coisa fora da Ordem Universal, quando, para fecundarmos um óvulo desperdiçamos milhões de espermatozoides!

É facilmente demonstrável que tanto o homem quanto a mulher demandam com frequência a união sexual não exclusivamente com fins de procriação, mas por razões afetivas e espirituais. Portanto não seria anormal, neste momento histórico de grandes desequilíbrios demográficos, recomendarmos a união sexual tântrica natural, sem finalidade de propagação da espécie, em favor do Amor e da Harmonia Universal.

A potência criadora é infinita e extraordinária, pois mesmo quando se transmuta a energia sexual, com o aproveitamento total dos espermatozoides e da energia sexual, como estes são excessivamente voláteis, sempre é possível que um deles escape provocando a fecundação.

Os antigos textos hindus denominam os filhos nascidos nestas circunstâncias de “Filhos da Sabedoria”. De fato esse espermatozoide é realmente especial por haver sido selecionado entre mais de 300 milhões.

A ideia equivocada de que a união sexual sem a perda do licor seminal seja algo quase impossível ou contrária à natureza, carece de argumentação científica e é contraditada pelos exemplos abundantes de homens e mulheres que a realizam com excelentes resultados práticos.

Gozar do êxtase ininterrupto do intercâmbio magnético sexual é possível quando se adquire vontade e determinação para não se deixar levar pela ilusão do pseudo-prazer do orgasmo.

As críticas mais frequentes à união sexual tântrica geralmente provêm daqueles que a tentaram e, por debilidade, fracassaram. Esse fracasso normalmente ocorre por falta de informações corretas a respeito do processo de transmutação.

Temos que distinguir claramente os dois métodos: no coito ordinário, não há controle da excitação sexual, o que cria muitas vezes situações incontroláveis. Os movimentos são rápidos, violentos e convulsivos. Neste método o propósito básico é a perda de energias como uma forma instintiva de escape e distensão. No ato tântrico, os movimentos são lentos, porém firmes e fortes. Tem um caráter afetivo mais pronunciado e um ritmo tranquilo que favorece a inibição da ejaculação.

Neste método se produz um alegre intercâmbio de magnetismo que pode ser prolongado sem provocar tensões nem reações violentas, como as contrações orgásticas que sempre culminam em grandes perdas de energias.

Os mais eficazes divulgadores do amor tântrico são aqueles que o praticaram e experimentaram em si mesmos, no seu próprio laboratório alquímico, e constataram os imensos benefícios da renovação das energias e aumento da felicidade e prazer sexual.

Observem como o coito ordinário geralmente tem um final rápido e imprevisto, terminando em cansaço, desgosto e tédio. Esses estados mórbidos do pós-coito são a causa de sentimentos de temor, ressentimentos, vergonha e muitas vezes asco e repugnância.

O desengano, a frustração e o desgosto frequentemente ocasionam sentimento de culpa e aversão ao instrumento de prazer. Isso explica a vergonha dos órgãos sexuais.

Na remota Lemúria, enquanto reinavam a pureza e a inocência, enquanto o sexo era uma atividade sagrada, praticado em rituais celebrados dentro dos templos, os homens e as mulheres jamais sentiam vergonha dos seus órgãos sexuais, pois eram instrumentos de felicidade, amor e regozijo.

Com o advento da prática sexual involutiva, o ser humano lemuriano passou a ter vergonha de seus órgãos sexuais, pois estes deixaram de ser instrumentos de seu prazer e felicidade. Instintivamente sentiram a necessidade de escondê-los.

Uma grande quantidade de neuroses é ocasionada por esse quadro patológico do post-coitus. Na sequência vem o esfriamento, que provoca mais desengano, ódio, divórcio, psicopatologias etc.

O coito ordinário provoca a contração da vesícula seminal produzindo a ejaculação.

O conúbio sexual tântrico ativa as glândulas e deixa em repouso as vesículas seminais. Dessa forma o fluido seminal é conservado e depois maravilhosamente reabsorvido pelo organismo.

Contrariando a chamada “sexologia moderna”, a vivência gnóstica demonstra que o orgasmo, ao invés de ser o ápice, a culminação da união sexual, é sua morte e seu maior desmancha-prazeres. Ele ocasiona uma gama de distúrbios inimagináveis. Afeta o sistema nervoso e predispõe o organismo a toda ordem de enfermidades físicas e psíquicas, devido ao organismo desvitalizado não conseguir resistir por muito tempo a uma condição mínima de equilíbrio.

Evidentemente as pessoas dotadas de forte estrutura física resistem mais. Podem até pensar que não são prejudicadas pela descarga seminal, mas como o tempo é implacável, mais cedo ou mais tarde acabam sucumbindo e se desvitalizam, lamentavelmente.

O argumento preferido para criticar a magia sexual é a alegação infundada de que esta prática é nociva à saúde por produzir um acúmulo indesejado de sêmen nas vesículas seminais. Ou de energias sexuais e instintivas, no caso da mulher.

Isso seria verdade se na prática da magia sexual houvesse repressão das energias. Se houvesse exclusivamente retenção do licor seminal.

Há três fenômenos que podem ocorrer numa união sexual:

1. Extravasamento das energias.
              2. Repressão das energias.
              3. Transmutação das energias.

No extravasamento, as energias se perdem, o sêmen é deliberadamente expulso, a energia sexual feminina “vai pelo ralo”, com a falsa convicção de que essa função é necessária e “saudável”. Hoje em dia se cultua o orgasmo como sendo a fonte libertadora de todas as repressões.

Quanto à repressão, poderíamos relatar páginas inteiras da história universal que foram escritas, inspiradas em atrocidades, fanatismos religiosos, maquiavelismos políticos, sadismos etc., causados pela repressão sexual. Enclausuramentos desumanos e hipócritas, ascetas convictos equivocados por uma pseudo castidade, ablações de órgãos sexuais, castrações, falsas asceses, puritanismo vitoriano marcado por terríveis sentimentos de culpa.

Tanto o extravasamento quanto a repressão afastam o homem do seu Deus Interno, da paz eterna que está dentro de si mesmo. As causas de extravasamentos e repressões são encontradas no acidente fatídico da Lemúria, a saída do Éden interno, a queda sexual fatal, o início da vergonha, do medo e da culpabilidade. Não pode haver alquimia profícua e verdadeira nesse quadro mórbido. Esta é a origem mística e antropológica da Expulsão do Paraíso que inspirou, por exemplo, o Mito de Adão e Eva.

O terceiro fenômeno, a transmutação, significa transformação de uma substância grosseira em outra mais sutil, transformação do chumbo em ouro – como ensinavam os alquimistas medievais, e pode ser observado amiúde na natureza: as águas que se acumulam nos rios, lagos, mares, evaporam-se e transformam-se em nuvens que depois se transformam novamente em águas.

O ovo chocado pela galinha é outro exemplo interessante de transmutação alquímica. A galinha utilizando o seu potencial térmico transforma as substâncias orgânicas, oriundas do milho e rações, em grandes quantidades de cálcio concentradas na casca do ovo.

Durante o transe sexual tântrico, o fogo sexual do amor cria uma condição térmica especial que atua como catalisador, transmutando o sêmen em vapores seminais. Transmutando a energia feminina em Luz e Fogo Sagrado. Esse fato impede que haja acúmulo de sêmen nas vesículas seminais, ou de energias no templo sexual feminino, contrariando as suposições dos leigos.

Do ponto de vista fisiológico, científico, convém ressaltar as pesquisas do dr. John Dervey Kellog (1852-1943), complementadas pelo dr. Donald Guthrie (1880-1958), autoridades internacionais.

Essas pesquisas rebatem o ponto de vista pseudo-científico de que as emissões voluntárias de sêmen representam uma função necessária, uma medida auxiliar de escape para a acumulação de sêmen nas vesículas seminais.

Suas investigações, confirmadas também por Goizet, indicam a existência de um processo de reabsorção do sêmen pelos vasos linfáticos que se encontram ramificados em grande quantidade nas paredes das vesículas seminais. As vias linfáticas o conduzem ao Receptáculo Chyli, no abdome, onde é reabsorvido, mesclado com os líquidos linfáticos. Após essa absorção ele sobe verticalmente pela via torácica (ducto torácico), penetra na veia subcava esquerda, e entra no sistema circulatório através do coração.

Várias autoridades médicas reconhecem a existência da reabsorção seminal, mas, talvez por não terem experimentado em si mesmos, não a proclamam formalmente.

Goizet  admite uma reabsorção das energias sexuais e atribui a ela o vigor físico do homem e como a causa de vivificação em homens e mulheres adultos que tenham testículos e ovários ativos. Conclui que a perda do sêmen implica na perda da força. Dessa consideração se deduz que, para se obter um grau mais alto de saúde, há que se armazenar todas as secreções sexuais.

Outra conclusão interessante dessas pesquisas é a relação entre o aumento da reabsorção e a elevação da temperatura dos órgãos sexuais. Quando se quer aumentar consideravelmente a reabsorção do sêmen, deve haver um aumento de temperatura nas vesículas seminais. Esse aumento térmico favorece a condução do sêmen absorvido pelo ducto torácico até o coração e a toda circulação.

A melhor forma de se produzir esse aumento de temperatura é sem dúvida a prática do Maithuna Yoga, cópula química sexual em que o homem e a mulher despertam seus fogos internos e condições térmicas formidáveis para a absorção das energias criadoras.

O abominável espasmo sexual é, certamente, um curto-circuito que nos descarrega espantosamente; por isso devemos evitá-lo sempre. (O Mistério do Áureo Florescer – Samael Aun Weor).

Na Associação Gnóstica de Brasília são ensinadas as técnicas da Magia Sexual Branca, que preconiza o uso da sexualidade humana com fins espirituais.