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28 fev 2017

A Sabedoria Esotérica da Civilização Asteca

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A Sabedoria Esotérica da Civilização Asteca

 

Ao iniciarem a colonização da América Central, os espanhóis subestimaram o conhecimento e a sabedoria das grandes civilizações que ali viviam, entre estas os olmecas, toltecas, zapotecas, maias e astecas.

A região onde está a capital dos Estados Unidos do México era habitada pelo povo mexica. O termo “México” é pré-colombiano e significa “a cidade que está no meio do lago da Lua”. A imagem da águia devorando uma serpente, pousada sobre um cacto que brota de uma pedra no meio de um lago, estampada no centro do pavilhão mexicano, é uma reprodução do glifo arcaico que representava a grande Tenochtitlan, a capital asteca, sobre a qual se ergue hoje a Cidade do México, Distrito Federal.

Há milhares de anos, um pequeno grupo de humildes e sábios pescadores fixou-se às margens de um lago exatamente no local onde encontraram uma águia pousada sobre um cacto e devorando uma serpente, como lhes havia sido indicado por Huitzilopochtli, e em sua homenagem lhe erigiram um pequeno e muito sagrado templo. Pelo comércio essa comunidade mexica desenvolveu-se e tornou-se a grande civilização asteca.

Huitizilopochtli é um dos quatro filhos do Senhor e da Senhora da Dualidade, o binário divino e invisível Adão-Eva que dá origem a toda a vida. Os outros filhos são Quetzalcoatl, Tezcatlipoca e Xipetotec, e cada um deles é um Divino Mestre que regeu uma das grandes épocas por quais já passou nossa humanidade, chamadas de Sóis pelos astecas e representadas no Calendário Asteca, monumental escultura que orientava as observações astronômicas. Estamos atualmente no quinto Sol.

Quetzalcoatl, a “Serpente Emplumada”, é o nome recebido por todos que atingem os mais altos graus de iluminação, e é também o indíviduo que, no ano 895 D.C., devido a seu preparo interior, vivenciou em terras mexicanas o mesmo Drama Cósmico representado publicamente pelo Grande Kabir Jesus Cristo em Jerusalém.

Apenas há algumas décadas começamos a compreender toda a sabedoria esotérica e crística estampada nos templos de pedra, nas monumentais esculturas, nos códices, nas danças, na mitologia e no panteão de divindades dos mexicas, graças a dois livros do Venerável Mestre Samael Aun Weor intitulados “Magia Crística Asteca” e “A Doutrina Secreta de Anahuac”.

Nessas obras nos são ensinadas algumas das práticas esotéricas realizadas pelos Guerreiros Águias e Jaguares, os iniciados nos Mistérios Astecas, para solicitar ajuda a seres divinos como Huehueteotl, Tlaloc, Eheclat, Camazots, Xochipilli, Tonantzin e outros.

Huehueteotl, Deus do Fogo, representa o Ancião dos Dias da Cabala Hebraica.

Tlaloc, Deus da Água, nunca exigiu sacrifícios humanos, realizados depois que a civilização asteca saiu de sua Idade do Ouro.

Ehecatl, Deus do Ar, é o símbolo do movimento universal.

Camazots, Deus da Medicina, com poder sobre a vida e a morte, é o grande Mestre das Iniciações pela quais passavam os Guerreiros ao avançarem pelos graus de Maestria.

Xochipilli é o Deus da Agricultura, das Flores, da Música, da Dança, do Canto e da Poesia.

Tonantzin é a Divina Mãe, a Deusa Mãe, a energia do Eterno Feminino de Deus como amor incondicional por seus filhos e filhas.

Todo o panteão asteca simboliza também as diferentes partes autônomas e autoconscientes de nossa própria divindade interior. Como Mestres Autorealizados, podem nos ajudar em nosso caminho espiritual quando realizamos corretamente as práticas esotéricas que os invocam.

 

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George Peel é engenheiro e presidente do Instituto Gnóstico Interdisciplinar em Santos