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8 nov 2017

A Gnose e a Vida Extraterrestre

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A GNOSE E A VIDA EXTRATERRESTRE

A existência ou não de vida fora da Terra sempre intrigou os homens em todos os tempos, ainda mais quando pensamos na imensidão do Cosmos com suas infindáveis galáxias, estrelas e planetas.

Somente em nossa galáxia há 200 bilhões de estrelas… e já se contabilizam mais de 200 bilhões de galáxias vistas ou detectadas pela astronomia. E a cada dia esses números aumentam. Toda semana é detectado um chamado “planeta com condições de abrigar vida”.

Distintos dogmas, tanto científicos quanto religiosos, sempre colocam o Ser Humano como o centro do universo, como a criatura extrema e mais desenvolvida do Cosmos, o alçam a “filho perfeito de Deus”, como se fôssemos os únicos escolhidos no universo para ter vida, para existir com exclusividade neste pequeno planeta azul nos rincões de uma galáxia de porte médio chamada Via Láctea.

Assim como os médicos europeus de 150 anos atrás (que não acreditavam nos micróbios), ou os navegadores do século XV (que afiançavam ser a Terra plana), ou mesmo os astrônomos ortodoxos de 400 anos atrás (que juravam ser a Terra o centro do universo), as pessoas que descartam a priori a possibilidade de existência de vida fora da Terra estão contrariando o maior princípio da ciência, qual seja, o de se ter absoluta isenção de ânimo – não acreditando e nem desacreditando – até que provas sejam apresentadas e experimentos sejam repetidos mediante metodologia científica. Para a ciência gnóstica é tão importante provar que algo existe quanto provar que alguma coisa não existe !

O que a grande maioria de nossos cientistas oficiais desconhecem são as ferramentas e capacidades latentes do ser humano, como a meditação profunda, a projeção astral e a clarividência. Valendo-se desses instrumentos, qualquer pessoa disciplinada e treinada poderá conhecer universos e formas de vida jamais imaginados, tanto dentro (no Microcosmo) quanto fora de nós mesmos (no Macrocosmo).

Além da possibilidade de comprovações utilizando recursos para-científicos, as evidências obtidas num estudo isento mostram que inúmeras civilizações, mitologias e religiões registraram a existência e o contato com formas de vida extraterrestre. Há até os que acreditam terem origem extraterreste alguns dos grandes monumentos (como as Pirâmides de Gizé), ou vários milagres científicos da atualidade (como o forno de micro-ondas), ou grandes culturas (como a Maia na América Central).

A Antropologia Gnóstica, assim como a Teosofia de Helena Blavatski, por exemplo, não apenas ensina que existe vida fora do planeta como apresenta ainda os detalhados e maravilhosos ciclos evolutivos de cada planeta, ou melhor dizendo, Logos Planetário, em criteriosa obediência a suas cadeias de evolução e de involução. Tudo isso permeado pelas chamadas rondas ou ondas de vida nos reinos mineral, vegetal, animal, humano e angélico.

Nos domínios da ciência oficial, não podemos deixar de lembrar daquele que alguns consideram o maior cosmólogo de todos os tempos: Carl Sagan. O cientista da NASA, em seu livro Cosmos, dedica um capítulo inteiro à chamada equação de Drake, que a partir das centenas de bilhões de estrelas existentes somente na Via Láctea, estima em 10 milhões a quantidade de planetas com civilizações tecnicamente avançadas (e isso, repetindo, somente em nossa galáxia).

Além de todos esses argumentos lógicos, mitológicos, religiosos, místicos, antropológicos e científicos, temos a fenomenologia ufológica, que continua a nos apresentar filmes, relatos, fotografias e inúmeros outros registros de discos voadores, seres de outros mundos e mesmo de contatos com eles. É obvio que nesses fenômenos também há muito de charlatanismo e de enganos sinceros, mas não podem ser desprezados os milhares de registros que qualquer sociedade ufológica tem em seus arquivos, inclusive aqueles chamados “oficiais” como o hangar 51 ou o caso Roswell nos Estados Unidos, e mesmo a base de Tunguska na Sibéria, ex União Soviética.

A cosmologia gnóstica ensina que há diferentes tipos de seres extra-terrenos, dependendo de sua origem e de seu grau evolutivo: existem os chamados “turistas” que visitam nosso planeta como o fazem as famílias responsáveis aqui na Terra, ao visitarem um parque ecológico; há também os ETs “ bons” ou aqueles que visitam nosso planeta para auxiliar a humanidade, agindo em momentos decisivos, curando pessoas e transmitindo tecnologias, assim como fazem muitos cristãos em países pouco civilizados da África; por fim, não podemos deixar de citar, existem ainda os ETs chamados de “ maus”, aqueles que, como talvez os terráqueos quando tiverem livre e fácil acesso a outros planetas, vêm à Terra para espoliar, explorar, maltratar animais e até seres humanos – estes são os responsáveis pelas histórias e filmes ligadas ao medo que as pessoas têm de seres de outros mundos. São as abduções malignas e com sequelas.

Para contatar habitantes de outros planetas, o mestre gnóstico Samael Aun Weor ensinou práticas específicas que envolvem mantras (palavras de poder), mentalizações e sinais cosmológicos especiais, os quais, se executados por pessoas preparadas e obedecendo a uma técnica exigente, podem realmente atrair e manter contato com seres extraterrestres.

Por isso a CosmoGnose é considerada a 3ª Via da Ufologia, propiciando e estudando os contatos com seres de outros mundos. A Ufologia Gnóstica vai além da mera especulação científica (a 1ª Via) e não se vale das mistificações da chamada Ufologia Espiritualista ou Exotérica (a 2ª Via), com seus planos de evacuação, comandantes interestelares e falsos “seres entre nós”.

Sérgio Geraldo Linke Presidente da Associação Gnóstica de Fortaleza